• Greve Geral Nacional da Educação - 15 de março de 2017

    Contra a Reforma da Previdência e pelo cumprimento do Piso Salarial Nacional

  • A Casa dos Movimentos Sociais

    Projeto do Sind-UTE/MG Caxambu fomenta o desenvolvimento dos movimentos sociais na região

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    O Sind-UTE/MG convida toda a categoria a conhecer seu novo espaço

  • Formação: A história dos trabalhadores em educação

    Conheça mais a história do movimento sindical docente mineiro e da UTE-MG

sexta-feira, 24 de março de 2017

Estudantes e educadores realizam panfletagem nas ruas de São Lourenço

Panfletagem dos trabalhadores em educação e estudantes nas ruas de São Lourenço, denunciando a Reforma da Previdência na cidade.




Assembleia estadual em BH: caravana da região de Caxambu

Prezad@s trabalhadores em educação da rede estadual de nossa região.

Na próxima terça-feira (28/03) teremos a assembleia estadual de nossa categoria em Belo Horizonte, para debater e decidir coletivamente a luta contra a Reforma da Previdência e pelo cumprimento dos acordos do governo estadual.
Estamos organizando uma caravana de nossa região para participar dessa assembleia. Os trabalhadores em educação interessados em participar, por favor, enviar o nome, RG, telefone e cidade para o email sindutecaxambu@hotmail.com até segunda-feira de manhã.

SOMENTE A LUTA MUDA A VIDA! UNIDOS, SOMOS MUITO MAIS FORTES!


quinta-feira, 23 de março de 2017

Trabalhadores em educação e estudantes protestam em Pouso Alto contra a Reforma da Previdência e param a rodovia BR 354

Matéria publicada no portal Serra das Águas: (http://serradasaguas.net/2017/03/23/agora-foi-vez-de-pouso-alto-protestar-contra-reforma-da-previdencia/)

Na tarde dessa quinta-feira (23), professores e outros trabalhadores da Educação, em Pouso Alto, fizeram uma manifestação contra a Reforma da Previdência e a favor de uma greve geral no país. Com o apoio de jovens da cidade e de colegas da região, eles se concentraram na praça central e saíram pelas ruas, empunhando faixas e cartazes, panfletando e gritando palavras de ordem.
De acordo com a professora Luziane Aparecida de Carvalho, uma das organizadoras do ato público, o objetivo é chamar a atenção das autoridades e, principalmente, dos cidadãos. “É preciso que as pessoas se conscientizem e se unam a nós. A manifestação pública é a única arma que os cidadãos têm para lutar pelos seus direitos”, disse Luziane. E completou: “estamos nas ruas hoje para lutar pelos direitos dos trabalhadores e porque entendemos que a Reforma da Previdência fere os nossos direitos”. Ela disse, ainda, que a luta não é só dos professores, e que eles estão à frente pela cidadania. “Se queremos formar cidadãos, primeiramente temos que ser cidadãos. E a escola tem a obrigação de assumir esse papel”, declarou a líder da manifestação em Pouso Alto.
O professor Antônio Carlos, também disse que a manifestação é boa para conscientizar os cidadãos sobre os seus direitos. “Os nossos direitos estão sendo violados. Não somente dos professores, mas de todos os trabalhadores do país”, expressou o professor de matemática.
Outro participante, professor Carlos de Itamonte, disse que estava em apoio ao pessoal de Pouso Alto para alertar as pessoas sobre a necessidade de todos se manifestarem contra as reformas trabalhista e da Previdência. “Temos que mostrar aos trabalhadores brasileiros, não só os da Educação, como será ruim para todos nós se essas reformas forem aprovadas. Será um retrocesso”, afirmou Carlos.
A jovem Maria Gabriela Andrade Vilela participou da manifestação porque está preocupada com o futuro. “Estou aqui não só pelo meu futuro, mas pelo futuro do país, porque sei que essa PEC prejudicará todos os trabalhadores”, disse Gabriela. “A aposentadoria é um direito de todos”, acrescentou a jovem.
A manifestação contou com a presença do professor Cássio Diniz, diretor do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) e coordenador da sub-sede de Caxambu. Segundo ele, “se a reforma for aprovada, serão retirados direitos básicos dos trabalhadores”. Ele entende que “a proposta enviada ao Congresso pelo governo não resolve o problema”. “Ao contrário, piora”, disse Cássio. Ele é totalmente contra os pontos propostos e ressalta, por exemplo, a equiparação dos direitos de homens e mulheres em relação ao tempo de serviço. “A proposta desconsidera a dupla jornada da mulher”, enfatizou. Ele acusou o governo de querer a privatização da Previdência.
De acordo com o representante do Sind-UTE, a atualização das cidades com escolas estaduais em greve (e com redes municipais em mobilização), com dados da assembleia regional realizada na quarta-feira (22), na Subsede Caxambu, é a seguinte: Caxambu: duas escolas em greve total, uma parcial (de quatro). Rede municipal mobilizada; São Lourenço: tosas as seis escolas em greve. Rede municipal mobilizada; Cruzília: duas escolas em greve total, uma parcial (de três). Rede municipal mobilizada; Baependi: três escolas em greve total (de quatro), Rede municipal mobilizada; Pouso Alto: a única escola está em greve total; Itamonte: a única escola está em greve total; Itanhandu: as duas escolas estão em greve parcial; Soledade de Minas: a única escola está em greve total; Carmo de Minas: as duas escolas estão em greve total. Passa Quatro: uma escola em greve total, uma parcial (de duas); Minduri: a única escola e a Apae em greve total; Virgínia: a única escola está em greve total;  Seritinga: a única escola está em greve total; Conceição do Rio Verde: uma escola parcial (de duas); São Tomé das Letras: paralisações em alguns dias.













Trabalhadores em educação e juventude de Cruzília protestam nas ruas da cidade contra a Reforma da Previdência

No final da tarde da última quarta-feira (22/03), professores, funcionários de escolas e estudantes realizaram manifestação pelas ruas da cidade de Cruzília contra a Reforma da Previdência. A manifestação recebeu apoio e solidariedade da comunidade local e de representantes da sociedade civil.








Sind-UTE/MG e Sinpro Minas cobram dos deputados federais que votem não à Reforma da Previdência

A pedido do Sind-UTE/MG e do Sinpro Minas, o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Adalclever Lopes, convidou os deputados federais mineiros para uma conversa com sindicalistas ligados à CUT, CTB, outras Centrais Sindicais e representantes dos movimentos sociais, estudantis e populares no último dia (20/03), no Salário Nobre da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), em Belo Horizonte.

Comparecem ao encontro 11 deputados federais e vários deputados estaduais. Dos deputados federais que participaram do evento apenas o deputado Franklin Lima não declarou voto contrário à PEC 287. Eles se manifestaram contra a reforma da Previdência Social e se comprometeram em buscar a adesão de toda a bancada mineira contra a Reforma da Previdência. Posicionaram-se contra a reforma da previdência os deputados federais: Adelmo Carneiro Leão, Padre João, Reginaldo Lopes, Eros Biondini, Pastor Franklin Lima, Fábio Ramalho, Subtenente Gonzaga, Welinton Prado, Lincoln Portela, Ademir Camilo e Júlio Delgado.

Ao agradecer o presidente da Assembleia Legislativa, Adalclever Lopes, por ter viabilizado esse encontro como sendo uma atividade institucional da Assembleia Legislativa, a coordenadora-geral do Sind-UTE/MG e presidenta da CUT Minas, Beatriz Cerqueira, disse que a classe trabalhadora está cobrando de cada deputado uma posição contrária à Reforma da Previdência.

Também reforçou a importância do encontro, que mostrou a unidade dos mineiros contra essa proposta do governo golpista Michel Temer. “Estamos buscando o apoio daqueles que elegemos para barrar a PEC 287 e pedimos a todos vocês que votem contra essa reforma. Não os elegemos para fazer uma assembleia constituinte, para emendar a constituição por meio de reformas!"

Vários deputados, ao fazer uso da palavra destacaram que a previdência não é deficitária e que, se não houvesse tantos desvios de recursos, isenções fiscais, desonerações, a situação seria outra bem diferente.

A reforma mexe com todos e todas!

“Essa reforma é um ataque a nós mulheres, que temos a redução da idade para aposentadoria, porque assumimos funções não-remuneradas. A PEC representa a destruição do campo”, disse Beatriz Cerqueira.

Ao lembrar que os trabalhadores rurais não terão como preencher os requisitos mínimos para a aposentadoria, destacou que essa famigerada reforma vai ampliar a miséria e o êxodo rural. “ Não é possível tratar os diferentes de forma igualitária. A reforma mexe com o povo brasileiro. Não é hora de fazer uma revisão constitucional, com a perspectiva de retirada de direitos. A PEC 287 não é o caminho para o Brasil. O caminho é uma auditoria da dívida pública e uma reforma tributária, o fim da sonegação, das isenções fiscais, a taxação das fortunas.”

Por sua vez, a presidenta do Sinpro Minas, Valéria Morato, também rechaçou qualquer possibilidade de aceitação dos profissionais da educação de emendas a essa proposta. Ao pedir aos deputados para votarem contrários à PEC, destacou que o deputado que carregar o ônus de votar a favor da reforma da previdência vai correr o risco de não voltar a exercer a atividade parlamentar porque o eleitor vai dizer não a ele nas urnas. “Vamos divulgar em nossas bases, o posicionamento de cada de vocês. Essa reforma vai condenar boa parte do povo a morrer sem o acesso a direitos”, reforçou.

Comissão

Por várias vezes, o deputado Adalclever Lopes disse estar ao lado daqueles que são contrários à reforma da previdência e anunciou a criação da Comissão Extraordinária da Reforma da Previdência. “A Assembleia se levanta neste momento. Vamos percorrer várias regiões de Minas Gerais para discutir esse assunto e estamos pedindo aos deputados mineiros que votem contra a PEC 287. Estamos criando uma comissão especial para levar o debate sobre a reforma da Previdência para todo o Estado, que deve ser presidida pelo deputado Gilberto Abramo. Precisamos da ajuda de todos para que esta PEC não se transforme numa espada sobre a cabeça dos trabalhadores”.

Deputados estaduais contra a Reforma da Previdência

O presidente da Assembleia Legislativa lembrou que mais de 70% da bancada dos deputados estaduais assinaram um documento contra a reforma, mas que a meta é atingir os 100%”.

Já o vice-presidente da Câmara dos Deputados, Fábio Ramalho, afirmou que “a bancada mineira, em sua maioria, comunga com a ideia de que essa PEC não tem como passar”.

Moção de repúdio - Uma moção de repúdio à PEC 287 contida num requerimento de autoria da deputada Marília Campos, foi lida durante o encontro. O documento será encaminhado pela ALMG aos presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira.

Divulgação

O Sind-UTE/MG informa que vai divulgar a posição de cada deputado sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 287/16). O Sindicato iniciou uma série de agendas e atividades de mobilizações e de visitas aos escritórios dos deputados para fazer cobrar uma posição sobre essa PEC. Na última terça-feira, 21/03, foi realizada uma visita ao escritório do deputado federal , Leonardo Quintão, em Belo Horizonte, mas ele fugiu do local quando os/as educadores/as chegaram

20/03/2017 – Reunião do Sind-UTE/MG e Sinpro Minas com deputados federais na ALMG.

20/03/2017 – Reunião do Sind-UTE/MG e Sinpro Minas com deputados federais na ALMG.

20/03/2017 – Reunião do Sind-UTE/MG e Sinpro Minas com deputados federais na ALMG.

20/03/2017 – Reunião do Sind-UTE/MG e Sinpro Minas com deputados federais na ALMG.

20/03/2017 – Reunião do Sind-UTE/MG e Sinpro Minas com deputados federais na ALMG.

Fotos: Lidyane Ponciano / Sind-UTE/MG

20/03/2017 – Educadores/educadoras acompanham reunião com deputados federais na ALMG

20/03/2017 – Educadores/educadoras acompanham reunião com deputados federais na ALMG

20/03/2017 – Educadores/educadoras acompanham reunião com deputados federais na ALMG

Fotos: Studium

quarta-feira, 22 de março de 2017

Trabalhadores em educação do Sul de Minas realizam assembleia regional em Caxambu e decidem pela continuidade da greve

TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO DO SUL DE MINAS REALIZAM ASSEMBLEIA REGIONAL EM CAXAMBU E DECIDEM PELA CONTINUIDADE DA GREVE

A assembleia regional de trabalhadores em educação reuniu em Caxambu pessoas das cidades de Baependi, Cruzília, São Lourenço, Conceição do Rio Verde, Minduri, Itanhandu, Itamonte, Pouso Alto, Passa Quatro, São Tomé das Letras, Soledade de Minas, Carmo de Minas e Caxambu, todos na luta contra a Reforma da Previdência. Após relatos do panorama da greve em nossa região e de debate da conjuntura nacional e da mobilização geral, como também a cobrança dos acordos com o governo estadual, os trabalhadores em educação reunidos aprovaram a continuidade da greve geral e a intensificação da mobilização nas escolas da região. Ao final aprovou a construção de uma grande caravana para a assembleia estadual da categoria no dia 28, em Belo Horizonte. (Interessados mandar nome, RG, telefone e cidade para sindutecaxambu@hotmail.com).

Ao final, os trabalhadores e a juventude saíram pelas ruas do centro de Caxambu em manifestação contra a Reforma da Previdência e contra outros ataques aos direitos dos trabalhadores.

vídeo da assembleia e da manifestação













terça-feira, 21 de março de 2017

Sind-UTE/MG e Comando Regional de Greve denunciam a Reforma da Previdência na Tribuna Livre da Câmara Municipal de Caxambu

Na última segunda-feira (20/03) a professora Carla, da rede municipal e diretora do Sind-UTE/MG subsede Caxambu ocupou a Tribuna Livre da Câmara Municipal para denunciar os ataques contra a classe trabalhadora representada pela Reforma da Previdência, e as suas consequências para as economias das cidades pequenas. Até o momento os vereadores não se posicionaram oficialmente diante dessa denuncia.



segunda-feira, 20 de março de 2017

Vídeos das manifestações em Caxambu e Varginha, 15 de março, contra a Reforma da Previdência





sábado, 18 de março de 2017

ASSEMBLEIA REGIONAL DE TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO: 

Professores, funcionários de escolas e servidores da SRE das cidades de Caxambu, Baependi, São Lourenço, Cruzília, Conceição do Rio Verde, Itamonte, Itanhandu, Minduri e demais cidades da região.

Dia 22/03 (quarta) as 13 horas na praça central de Caxambu/MG


sexta-feira, 17 de março de 2017

Mais de 150 mil nas ruas de Belo Horizonte. Veja como foi o Dia Nacional de Greve na Educação em Minas Gerais

Mais de 150 mil trabalhadores e trabalhadoras de todas as regiões do Estado participaram do dia Nacional de Greve na Educação, neste 15/03, que marca o início de uma greve por tempo indeterminado para os profissionais da educação, uma convocação feita pela Confederação Nacional da Educação (CNTE). A greve em Minas foi aprovada pela categoria, na assembleia estadual realizada em 8 de março último, em Belo Horizonte.

A concentração começou logo cedo na Praça da Estação, na capital mineira, mas, também foram realizados diversos atos e mobilizações em várias cidades, dando uma demonstração de força e de unidade do movimento, que contou com a participação da CUT Minas e sindicatos CUTistas, CONTEE/CTB, entre outras entidades sindicais, movimentos sociais e populares.



Os profissionais da educação pública de Minas Gerais saíram às ruas contra a Reforma da Previdência, pelo Piso Salarial e para cobrar do governo do Estado o cumprimento dos acordos assinados.

Da Praça da Estação, os manifestantes seguiram em passeata pelo centro da cidade e na Praça Sete houve o encontro de vários movimentos que se uniram em marcha até à Assembleia Legislativa de Minas Gerais, onde aconteceu uma audiência pública popular sobre a reforma da Previdência (PEC 287/16), com a presença de várias lideranças sindicais, estudantes, parlamentares e o ex-ministro da Previdência Social , Carlos Gabas.


15/05/17 - ex-ministro da Previdência Social, Carlos Gabas durante ato na ALMG


A coordenadora-geral do Sind-UTE/MG e presidenta da CUT Minas, Beatriz Cerqueira, reforçou que essa luta contra a reforma da previdência é todos e todas e vai ser derrotada no Congresso Nacional com a força do povo mobilizado.



Paralisações, mobilizações e atos em Minas Gerais

Educação da rede estadual (Sind-UTE/MG) - Iniciou greve por tempo indeterminado, a partir de 15 de março. Realizou atos em Belo Horizonte (Praça da Estação, a partir 9 horas), e em Governador Valadares, Varginha, São João Del Rei, Uberaba e Unaí.
Professores da Rede Privada (Sinpro Minas/CONTEE/CTB) - Paralisam em todo o Estado. Em Belo Horizonte, também se concentram na Praça da Estação.
Eletricitários (Sindieletro/MG) - Paralisam em todo o Estado. Em Belo Horizonte, concentram na Praça da Estação.
Metroviários (Sindmetro/MG) - Paralisam o metrô a partir de 0 hora de 15 de março. Concentram na sede do Sindicato e marcharam para a Praça da Estação.
Petroleiros (Sindpetro/MG) - Paralisaram atividades em todo o Estado. Em Belo Horizonte, concentram na Praça da Estação.
Servidores Municipais de Belo Horizonte (Sindibel) - Paralisam as atividades e concentram na Praça da Estação.
Bancários de Juiz de Fora e Região - Paralisam as atividades e realizaram manifestação na cidade.
Professores da rede municipal de Juiz de Fora (Sinpro/JF) - Iniciaram a greve a partir de 15 de março e realizaram ato na cidade.
Servidores da saúde (Sind-Saúde) - Paralisaram as atividades em todo o Estado.
Redes Municipais de Contagem, Betim, Ribeirão das Neves e Cachoeira Dourada, Ipiaçu, iniciaram a greve por tempo indeterminado a partir de 15 de março.
Trabalhadores e trabalhadoras da Copasa (Sindágua) - Paralisaram as atividades e também participaram do ato em BH.
Professores da rede municipal de Belo Horizonte (SindRede) - Iniciaram a greve a partir do dia 15 de março e realizam assembleia na Praça Afonso Arinos.
Trabalhadores e trabalhadoras da Agricultura Familiar (FETRAF) - Realizaram atos na região da Zona da Mata ao longo do dia.
Paralisação dos servidores municipais (ou da educação) de Montes Claros, Uberlândia, Ewbank da Câmara, Juiz de Fora, Jaíba, Brumadinho, Ipatinga, Belo Oriente, Sete Lagoas, Capim Branco, Matozinhos, Nanuque, Itaobim, Caxambu, Tupaciguara, Turmalina, Ituiutaba, Coronel Fabriciano.
CUT Regional Triângulo Mineiro e Frente Brasil Popular realizaram ato em Uberlândia, na Praça Ismene Mendes.
Em Belo Horizonte, a Frente Brasil Popular e a Frente Povo sem Medo também participaram das atividades desde cedo.
Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) participaram do ato na Praça da Estação.
Trabalhadores e trabalhadores das instituições federais de ensino (Sindifes) - Paralisaram as atividades neste dia.
A CUT Regional Zona da Mata realizaram atividades em Juiz de Fora. - Ato, na Praça da Estação, no Calçadão da Halfeld e na Praça da Estação.
Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras sem Terra (MST) - Participaran dos atos em todas as regiões do Estado.
Trabalhadores e trabalhadoras do Correios (Sintet) paralisaram as atividades neste dia.
Auditores fiscais da Receita Estadual (Sindifisco/MG) paralisaram as atividades, com mobilização em todo o país.
A CUT Regional Norte de Minas e Frente Brasil Popular realizaram ato em Montes Claros.
Os servidores da justiça em 1ª Instância (Serjusmig) se mobilizaram em todo Estado.





Educação pública e privada juntas contra a Reforma da Previdência

Neste dia de greve nacional da educação, além dos profissionais da educação púbica em Minas, também participaram do movimento, que cresce a cada momento, os profissionais das escolas particulares. A presidente do Sinpro Minas, Valéria Morato e a coordenadora-geral do Sind-UTE/MG, Beatriz Cerqueira, afirmam que é preciso unir forças e juntar todas as categorias em torno dessa reforma. “Vamos barrar essa PEC da morte, que vai acabar com os nossos direitos. Querem nos enterrar vivos, mas não vamos permitir”, disse Beatriz Cerqueira.

Já Valéria Morato afirmou que nenhum trabalhador brasileiro deve aceitar essa reforma, que está sendo imposta por esse governo ilegítimo e golpista e destacou que no segmento da educação privada essa proposta vai significar demissões e o fim do direito de se aposentar para muitos profissionais.


15/03 - Concentração na Praça da Estação - Belo Horizonte

A greve em Minas Gerais

Minas Gerais parou neste dia 15/03. Em Belo Horizonte, mais 150 mil pessoas sairam às ruas para enviar um recado a esse governo golpista de que não vamos aceitar essa reforma. "Esse Congresso que aí está não tem autonomia para reformar a Constituição como querem”, afirmou a presidenta da CUT Minas e coordenadora-geral do Sind-UTE/MG, Beatriz Cerqueira, durante as manifestações.

Agendas - No próximo dia 20/03, haverá um café com os deputados federais, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, às 9h. “Queremos que eles se pronunciem contra essa reforma”. Já no dia 31/03, haverá o Congresso Extraordinário da CUT Minas. A ideia é aglutinar forças e e reunir parceiros para rememorar o golpe de 1964. Serão realizados debates em defesa da democracia, conjuntura e planos de lutas.

15/03 - Caminhada pelas ruas centrais de Belo Horizonte

15/03 - Praça Sete, em Belo Horizonte



Neste dia 15 de março, também engrossam o coro contra a PEC 287 (a Reforma da Previdência) em Minas Gerais, sindicatos CUTistas: Sindieletro/MG, Sindifisco-MG, Sind-Saúde MG, Sindibel Sindicato, os movimentos sociais e populares, Frente Brasil Popular e Frente Povo sem Medo. Nessa luta levantando a bandeira contra a Reforma também estiveram o o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), estudantes secundaristas e universitários, Levante Popular da Juventude e o MST - Movimento dos Trabalhadores Sem Terra. Várias manifestações foram realizadas pelos petroleiros e metalúrgicos ao longo da madrugada. Os metroviários também paralisaram suas atividades.

O presidente do Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Estadual de Minas Gerais (Sindifisco-MG), Lindolfo Fernandes de Castro, afirmou que a reforma é na verdade o desmonte da Previdência. Ele disse que os números mostram que há superávit de R$ 11 bilhões na Seguridade Social, bem diferente do que o governo Temer vem anunciando. “Essa história de déficit é falácia.”

Jefferson Leandro Teixeira da Silva, coordenador-geral do Sindieletro-MG, lembrou que a categoria eletricitária também está unida às demais nessa luta. “Realizamos 70 assembleias em todo o Estado e a adesão é grande. Essa reforma significa exclusão e o fim de um direito tão importante como é o da aposentadoria”.


Endereços de site onde vocês podem obter mais informações sobre a greve em alguns estados:

Minas Gerais
www.sindutemg.org.br/greve nacional da educação

Paraíba
http://www.sinteppb.com.br/…/assembleia-geral-da-educacao-a…

Goiás
http://sintego.org.br/…/4738-em-assembleia-da-rede-estadual…

Distrito Federal

Fortaleza CE

Bahia

Mato Grosso do Sul
http://www.fetems.org.br/…/no…/categoria:1/menu:5/submenu:35

Pernambuco
http://www.sintepe.org.br/…/4505-trabalhadores-em-educacao-…

Paraná
http://www.cnte.org.br/…/17877-pr-sindicato-faz-defesa-da-e…
http://www.sismmac.org.br/…/prepare-se-para-greve-do-magist…

Rondônia
http://www.sintero.org.br/…/greve-geral-na-educacao-em-rond…

Rio Grande do Sul

Santa Catarina
http://sinte-sc.org.br/…/convocacao-para-assembleia-estadu…/

São Paulo
http://www.apeoesp.org.br/…/n-18-grande-assembleia-organiz…/
http://www.cnte.org.br/…/17842-sp-profissionais-de-educacao…

Alagoas
http://www.sinteal.org.br/…/educadores-de-todo-o-pais-entr…/

Rio Grande do Norte
http://www.cnte.org.br/…/17854-rn-assembleia-unificada-apro…

Espírito Santo
http://sindiupes.org.br/…/15-de-marco-paralisacao-nacional…/

Maranhão
http://sinproesemma.org.br/…/sinproesemma-convoca-educador…/

Sergipe
http://www.sintese.org.br/…/7187-professores-de-sergipe-del…

Amapá

Com informações da CUT/MG


15/03 - Praça da Assembleia Legislativa, Belo Horizonte


15/03 - Praça da Assembleia Legislativa, Belo Horizonte


15/03 - Praça da Assembleia Legislativa, Belo Horizonte


15/03 - Audiência pública - Assembleia Legislativa, Belo Horizonte


15/03 - Praça da Assembleia Legislativa, Belo Horizonte


Fotos: Lidyane Ponciano FotoImagem/Sind-UTE/MG

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