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sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Sind-UTE/MG subsede Caxambu realiza reunião com trabalhadores em educação da rede municipal para debater o Estatuto do Servidor

No final da tarde dessa sexta-feira (21/09) o Sind-UTE/MG subsede Caxambu realizou reunião com trabalhadores em educação da rede municipal para debater a intenção da prefeitura em mudar o Estatuto do Servidor Municipal e as discussões da comissão de trabalho do anteprojeto.



quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Convocatória - trabalhadores em educação da rede municipal de Caxambu


Nota de solidariedade

Fonte: site estadual do Sind-UTE/MG

O Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) se solidariza ao professor de matemática, Thiago Assis Silva, da E. E. Doutor Moreira Brandão, em Camanducaia, e repudia todo tipo de agressão e de violência no ambiente escolar.

Esperamos que cenas tristes como essa jamais voltem a se repetir no espaço do conhecimento e do saber.

Já dizia o mestre Paulo Freire, “Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.” Tendo essa premissa como norte, o Sind-UTE/MG se mantém na luta por uma educação pública de qualidade social, capaz de propiciar aos educadores e educadoras, bem como aos seus alunos/as e a comunidade escolar um ambiente solidário, de compartilhamento mútuo do conhecimento, da paz e da harmonia.

Que o professor Thiago Assis se restabeleça logo e continue a contribuir para que essa educação transformadora de Paulo Freire seja o caminho.


terça-feira, 18 de setembro de 2018

PREFEITURA DE CAXAMBU QUER MEXER NO ESTATUTO DO SERVIDOR MUNICIPAL E EXCLUI O Sind-UTE/MG DA COMISSÃO DE TRABALHO


No início desse mês o Sind-UTE/MG subsede Caxambu foi surpreendido com a notícia de que a Prefeitura deseja mexer no Estatuto do Servidor Municipal – incluso aí os profissionais da educação –, para isso contratando uma empresa de fora para esboçar o anteprojeto e montando uma comissão de trabalho, excluindo o Sind-UTE/MG, que é o representante legal dos trabalhadores em educação da rede municipal de Caxambu.

Eles sabem que o nosso sindicato é a entidade mais combativa da cidade, que defende profundamente os direitos de sua base social e denuncia os erros e ataques aos trabalhadores, como aconteceu no final do ano passado, quando a prefeitura passou por cima das deliberações da comissão responsável pelo edital de contratação temporária dos educadores da rede municipal. 

No último dia 11 de setembro, protocolamos na prefeitura um ofício pedindo explicações sobre as intenções do executivo na modificação do Estatuto do Servidor, como também a inclusão do nosso sindicato na tal comissão. No entanto, só tivemos o silencio como resposta até agora. 

Ao excluir o Sind-UTE/MG, a prefeitura passa o seu recado para os servidores municipais: coisa boa não virá desse anteprojeto, principalmente para a categoria. 

Os trabalhadores em educação da rede municipal de Caxambu, junto com os demais servidores públicos municipais, precisam se mobilizar em defesa de seus direitos. É importante atenderem os chamados do Sind-UTE/MG para se manterem alertas e vigilantes. Em breve convocaremos a nossa base social para a organização de nossa mobilização. 

SOMENTE A LUTA MUDA A VIDA! UNIDOS, SOMOS MUITO MAIS FORTES! 

Ofício do Sind-UTE/MG subsede Caxambu protocolado na prefeitura no dia 11 de setembro, pedindo esclarecimentos e a inclusão do sindicato na comissão. Não houve resposta por parte da prefeitura




sábado, 8 de setembro de 2018

Relato do Sind-UTE/MG sobre reunião realizada com o governo do Estado em 6/9/2018 para tratar de demandas das SRE´s e do Órgão Central da SEE



O Encontro dos/as Trabalhadores/as da Educação das Superintendências Regionais de Ensino – SRE’s e do Órgão Central da Secretaria de Estado da Educação realizado, no dia 24/08/2018, deliberou alguns encaminhamentos entre eles a realização de reunião com a SEE para discutir a normativa que trata da reposição da carga horária decorrente das greves de 2016, 2017 e 2018 das SRE’s e do Órgão Central.

Nesta quinta-feira, 6 de setembro, entre 10h e 14h, reuniram-se na SEE a Assessoria Subsecretaria de Gestão de Recursos Humanos, a Subsecretária de Desenvolvimento da Educação Básica, a direção do Sind-UTE/MG e representantes do Grupo de Trabalho das SRE’s e do Órgão Central.

A reunião foi aberta pela SEE apresentando um balanço, ainda não concluído, sobre o percentual de calendários de reposição já protocolizados, bem como, publicizando à direção do Sindicato e ao Grupo de Trabalho das SRE’s e do Órgão Central as medidas já tomadas e divulgados internamente pela SEE referente às alterações da Orientação SG 04/2018 a saber:

  • Flexibilização da extensão do prazo depois do 31/08 para protocolo dos calendários de reposição, embora grande parte dos calendários de reposição já tenha sido protocolizado.
  • Ampliação de 1(um) para 3 (três) meses a possibilidade de utilização de férias-prêmio para fins de reposição das faltas greve.
  • Após a utilização de todo o conjunto de itens disponíveis para recomposição da carga horária, excepcionalmente, será permitido ultrapassar o ano civil de 2018, nos casos em que se demonstrar a impossibilidade de reposição.

Em seguida, foi apresentado pelo Grupo de Trabalho das SRE’s e do Órgão Central, ponto a ponto, as demandas levantadas pela categoria durante encontro estadual realizado no dia 24/08. Foram construídos alguns consensos que serão encaminhados por e-mail para as regionais:

  • Nos termos das orientações de serviço já enviadas, especialmente, o previsto no item III da SG nº 04/2018, fica autorizada a extensão do final da jornada de trabalho para fins de reposição das faltas-greve, até o limite de duas horas extras, portanto, até às 20 h.
  • Será permitida a utilização de todos os sábados e feriados de cada mês para fins de recomposição do calendário.
  • Por se tratar de ato discricionário de Superintendentes Regionais a reorganização do calendário para fins de recomposição da carga horária, a SEE se coloca à disposição para realizar mediação onde não houver consenso entre o/aservidor/a e a chefia, a fim de possibilitar a utilização do saldo de férias-prêmio para fins de reposição inferior a paralisações de menos de 20 dias.
  • Não haverá impedimento para usufruto de férias-prêmio nos casos em que já tenha sido deferido o direito no período de reposição, podendo, inclusive, requerer a utilização de eventual saldo remanescente de férias-prêmio para fins de reposição da carga horária.
  • A utilização das férias regulamentares e/ou das férias-prêmio para fins de recomposição da carga horária é facultativa e somente serão processadas mediante requerimento do/a servidor/a, nos termos da Orientação SG 04/2018.
  • Os casos em que o/a servidor/a das SRE´s e/ou do Órgão Central detenham outro cargo de professor/a nas escolas onde também esteja ocorrendo a reposição do calendário escolar, deverão ser encaminhados a Subsecretaria de Gestão de Recursos Humanos para análise das situações específicas, mediação e possível equacionamento.

O Grupo de Trabalho apresentou ainda os pleitos abaixo- relacionados. A SEE já se posicionou sobre alguns deles, inclusive, apontando dificuldades, mas, se comprometeu a dar os retornos até 14/09/2018.

Questões pendentes de retorno:

  • Permitir a compensação das faltas-greve com as “horas extras não autorizadas” e registradas no sistema FORPONTO com o acréscimo de 50%, realizadas a partir 2013. Muitas dessas horas extras foram feitas durante o cumprimento das tarefas urgentes das SRE´s/OC. (Os representantes do Governo disseram que irão avaliar a possibilidade de utilização das horas, acrescidas com o critério de acréscimo de 50%, a partir de 2016).
  • Permitir reposição de forma fragmentada, autorizando a utilização de frações de minutos, ao invés de estabelecer o mínimo de 1 (uma) hora, sendo somadas as frações de horas ao final do mês para conversão em dias.
  • Fazer Compensação da diferença entre a jornada de trabalho dos/as servidores/as das SER´s (40h semanais) e dos/as servidores/as lotados/as no Órgão Central (35h semanais), durante os períodos de greve e paralisações, para que as horas apuradas durante as paralisações e greve nos anos de 2016, 2017 e 2018 sejam convertidas em dias e abatidas do saldo de dias a repor.
  • Permitir a ampliação de 10 para 15 dias a utilização de férias regulamentares para recomposição da carga horária.
  • Atualizar e devolver a diferença do valor atual para o valor recebido à época do Vale alimentação. (Os representantes da SEE informaram que se encontra pendente de resposta da SEF quanto à operacionalização do lançamento das restituições dos valores referentes ao vale alimentação descontados).
  • Criar código no SISAP para registro quando o/a servidor/a estiver repondo carga horária com férias-prêmio, resguardando direitos e deveres do servidor durante o referido período, inclusive, o recebimento do vale refeição.
  • Permitir, mediante assinatura de termo de compromisso de ressarcimento ao erário, em caso de descumprimento ao acordado, que aqueles/as servidores/as que tiverem direito à concessão das férias-prêmio em 2019 e 2020, possam utilizar destes saldos futuros na reposição das faltas greves.(Foram realizadas considerações acerca da dificuldade de se implementar tal proposta por parte dos representantes da SEE).
  • Ampliar o limite de 20% para 50% de utilização das tarefas executadas fora da unidade administrativa, conforme item VIII da Orientação SG 04/2018.
  • Solicitamos que revejam o item IV do ofício SG n° 04/18, e que as 6 horas trabalhadas nos sábados e feriados possa equivaler a 1 dia de jornada de trabalho (os representantes da SEE ficaram de analisar tal possibilidade).
  • Utilizar jornada cumprida em cursos para formação no trabalho, oferecidos e/ou recomendados pela SEE, sejam pertinentes ao desenvolvimento na área de atuação erealizados fora da unidade administrativa, possam ser utilizados para fins de reposição da carga horária. (Os representantes da SEE se comprometeram a tratar sobre o tema com os diretores de unidades administrativas mediante planos de trabalho).
  • Estender o prazo de reposição para até a data de 30/06/2020, ou no mínimo até 31/12/2019. (A SEE fará o levantamento para análise da necessidade da referida extensão, mas, considerou o prazo sugerido até2020 muito extenso).
  • Estabelecer um mínimo de 5% e um máximo de 20% para o valor dos descontos sobre a remuneração dos servidores que optarem por não realizar a reposição ou não apresentarem em nenhum momento o calendário de reposição. (A SEE irá verificar com a DPOC e com a SEF quais verbas compõem o cálculo base para aplicação do referido percentual).

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Nota de repúdio do Sind-UTE/MG aos ataques da Rede Globo aos Educadores Públicos


Depois de apoiar o Golpe, a Globo quer que o Brasil retroceda ainda mais na História.

Na novela das 19 horas “ O Tempo Não Para”, a Rede Globo de Televisão tenta de maneira, nada sútil, desconstruir a conquista do Concurso Público como forma de acesso ao Emprego Público e também imputar aos Educadores a responsabilidade pelas mazelas da Educação em nosso país.

Na trama, as personagens Miss Celine, preceptora, e Marocas, filha de um poderoso senhor, ambas, vindas do Brasil do Século XIX, visitam uma escola municipal para tentar matricular as irmãs de Marocas e arrumar um emprego para Miss Celine.

A Escola retratada não possui uma boa manutenção, faltam livros e não há mais vagas e, subitamente, tudo isso é relacionado à impossibilidade da preceptora em lecionar na escola, pois, os contratos se dão por meio de Concurso Público ao invés de questionar, por exemplo, a Emenda Constitucional 95, que congela os investimentos sociais por 20 anos.

A fala das personagens é de que a seleção deveria ser dos mais competentes e capacitados. Mas não é exatamente esse o intuito do Concurso? Ou a Globo defende as designações?

Por meio de nossa luta e organização, conseguimos a efetivação de mais de 50.000 educadores/as concursados/as nos últimos quatro anos, tornando nossa categoria, pela primeira vez, composta de mais efetivos/as do que contratados/as temporários.

Mais do que nunca, é necessário derrotar o Golpe Parlamentar, Jurídico, Midiático e reverter as Reformas Trabalhistas e a Terceirização Irrestrita.

Repudiamos a tentativa de desqualificação dos/as educadores/as brasileiros/as e a política de sucateamento dos serviços públicos conduzida pela Rede Globo de Televisão.

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Sind-UTE/MG promove Encontro Estadual de Aposentados/as e reforça a importância dessa categoria na luta coletiva da educação pública

O Encontro Estadual de Aposentados /as promovido pelo Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) foi aberto com casa lotada, nesta quarta-feira , 29/8/18, no Hotel Tauá, em Caeté. O evento reúne mais de mil participantes e foi uma das demandas tiradas em Conselho Geral e Assembleia Estadual promovidos pelo Sindicato este ano.


Ao felicitar os participantes do Encontro, a diretora estadual do Sind-UTE/MG e coordenadora do departamento de Formação Política, Pedagógica e Sindical, Feliciana Saldanha conclamou: “Cumprimentamos a cada um que ajuda e contribui de forma efetiva para construir esse grande Sindicato, que só existe hoje graças à participação de todos vocês. Reencontrá-los é um grande prazer para toda a direção do Sind-UTE/MG. Saiamos daqui renovados/as pela luta que fazemos hoje e pelas muitas que virão! Tempos difíceis vivemos, mas é preciso força para encarar o que nos espera pela frente”, disse.


Em seguida, lembrou-se do descaso pelo qual a categoria da educação vive e citou os aposentados e as aposentadas que estão vivenciando uma relação difícil com o governo estadual no tocante aos atrasos de pagamento de salários. “Só iremos conseguir reverter essa situação se estivermos organizados na luta”. A plateia respondeu com a aprovação de uma Moção de Repúdio ao Governo do Estado pelo descaso e o não pagamento dos salários de acordo com a tabela de escalonamento por ele mesmo anunciado.


Na mesa de boas-vindas a diretora estadual do Sind-UTE/MG, Ana Lúcia Moreira, representando a Fenapi – Federação Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos, destacou a relevância e o papel dessa categoria. “Cumprimento a cada um de vocês, lembrando que não somos inativos como muitos insistem em dizer. Precisamos mudar esse discurso e a forma de pensar”.

Marilda de Abreu Araújo, coordenadora do Departamento Administrativo e Financeiro do Sind-UTE/MG, em nome da CNTE – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, ressaltou o quando os/as aposentados/as são necessários/as na luta coletiva de toda a educação pública estadual e destacou que o Sindicato sempre investiu nessa categoria porque reconhece a importância de quem ajudou a construir essa base tão forte. “A CNTE dá boas-vindas a todos/as os/as presentes, na certeza de que lutando juntos vamos nos fortalecer cada vez mais”.





Impactos da retirada de direitos na vida dos/as aposentados/as

Na abertura do Encontro, uma mesa de trabalhos para falar dos desafios frente aos impactos da retirada de direitos na vida dos aposentados e aposentadas, com o técnico do Dieese na Subseção da CUT/MG, Frederico Melo.

As diretoras estaduais Nivalda Perobelli, coordenadora da Subsede Juiz de Fora e Maria Helena Gabriel, coordenadora da Subsede Uberaba, também lembraram alguns desafios da classe trabalhadora nesse momento de ataque e retirada de direitos e pontuaram porque é necessário fazer esse debate. Daí se explica o convite ao Frederico Melo para falar sobre esse assunto na abertura dos trabalhos.

Somos ipês!

Maria Helena Gabriel, ao referenciar a importância desse segmento da educação para o Sind-UTE/MG e para a sociedade, lembrou que não existe jovem que vai dizer que construiu a história da educação pública em Minas a partir deles mesmos. “Vão construir a partir de nós, do que fizemos. Somos ativos, somos ipês e podemos florir e embelezar este mundo de todas as cores”.


O técnico do Dieese na Subsede da CUT/MG, Frederico Melo, falou dos impactos da retirada de direitos na vida dos aposentados e aposentadas. Ele destacou que hoje, no país pós-golpe de 2016, vários direitos estão ameaçados. Citou algumas mudanças impostas pelo governo federal e como elas vão atingir a classe trabalhadora, em especial aposentados e aposentadas:
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A Proposta de Emenda à Constituição 95, a PEC do teto dos gastos, também foi detalhada por Frederico Melo, que explicou o que corre risco de acabar com essa medida nos próximos 20 anos.
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Além de direitos civis, políticos e sociais, a PEC da Morte também coloca em risco os direitos humanos e por isso é necessário fazer a luta. Segundo Frederico Melo ela ataca mais às mulheres, uma vez que reduz o atendimento à saúde, assistência e educação. “Quem vai arcar com atendimento às pessoas portadoras de deficiência e aos idosos? São as famílias. E nas famílias, quem são as pessoas que hoje seguram a barra? Via de regra são as mulheres e os aposentados/as. Então essa medida traz muitos prejuízos a todos vocês”, ressaltou:


Outra medida do governo Michel e que também impacta a vida da classe trabalhadora é a Reforma Antitrabalhista, que tanto atinge os direitos vinculados à CLT – Consolidação das Leis Trabalhistas quanto os servidores públicos , sendo a revisão da estabilidade um sinal de que isso é realmente possível. “Não é à toa que a riqueza em nosso país está concentrada nas mãos de poucas pessoas. O capitalismo concentrador de renda e de riqueza transforma direitos em mercadoria. Isso faz aprofundar a desigualdade social e se a gente não resistir a situação será cada vez mais caótica”, alertou.






29/08/2018 – Encontro Estadual de Aposentados/as

Fotos: Taís Ferreira/Sind-UTE/MG

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Relato do Sind-UTE/MG sobre reunião realizada com o governo do Estado

No último dia 29/08/2018, foi realizada na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, reunião com o assessor da Subsecretaria de Gestão de Recursos Humanos, Paulo Brescia, para discussão das demandas encaminhadas pelo Sindicato durante todo o mês de Agosto referentes ao exercício do direito de greve pelos/as servidores/as da educação, das denúncias de desrespeito a este direito e demais encaminhamentos.

Foi apresentada novamente pela direção do Sind-UTE/MG a necessidade de uniformização nas orientações para recomposição do calendário escolar em virtude da greve realizada em 2018, haja vista a ocorrência de diferentes interpretações dadas aos documentos enviados pela SEE às SRE’s – Superintendências Regionais de Ensino e estas às direções das unidades escolares. Foi entregue ao assessor Paulo Brescia proposta de texto com sugestão para tal unificação.

Também foi abordado o problema relacionado à existência de mais de um código para lançamento e taxação de “faltas-greve” e a necessidade de adequação dos mesmos nos setores onde é processado o pagamento de servidores/as da Educação.

Foram questionadas as dificuldades com relação à recomposição das faltas-greve relativas aos/às Professores/as das turmas da EJA – Educação de Jovens e Adultos, especialmente, as ocasionadas pela data de corte, 11/08, imposta pelo governo, que inviabilizaram a abertura de novas turmas. O Sindicato apresentou a necessidade de encontrar uma solução com a finalidade de oportunizar a compatibilização da recomposição do calendário com abertura de novas turmas, evitando assim prejuízo funcional e não atendimento às demandas da comunidade escolar apresentadas pelas escolas.

Além de protocolizar novos ofícios contendo relatos e requerendo providências, o Sind-UTE/MG cobrou retorno de todas as denúncias de ingerência do serviço de inspeção e direção de escolas, formalizadas anteriormente acerca da recomposição dos calendários escolares, relatando as irregularidades, o autoritarismo e o desrespeito ao direito de greve dos servidores.

Segundo Paulo Brescia, todos os pedidos estão sob análise e apuração dos fatos, tendo sido solicitado aos diversos agentes responsáveis à tomada das medidas cabíveis. Na oportunidade, foi firmado o compromisso de respostas na próxima semana às demandas encaminhadas. Foi reafirmado pelo Governo que, em nenhuma hipótese, a “falta-greve” será convertida em “falta comum”.

Os/as servidores/as designados que tiveram seus vínculos encerrados antes que fosse possível a recomposição do calendário escolar, poderão, caso tenham interesse, manifestar a opção por retornar à escola para a recomposição, hipótese em que não sofrerão prejuízo quanto a contagem de tempo e/ou futuros descontos dos dias não repostos.

Para aqueles que, por qualquer outra circunstância, não for possível a recomposição do calendário escolar, foi encaminhado pelo Sindicato a não admissão de prejuízo na vida funcional de Trabalhadores/as.

Foi solicitada pelo Sindicato, mais uma vez, a revogação da exoneração da Diretora e da Secretária da E.E. Maria Amâncio, de Sete Lagoas. O assessor da Subsecretaria de Gestão de Recursos Humanos informou que já estão sendo tomadas providências neste sentido.

Mais uma vez, foi feito o debate com o qual houve o compromisso de reavaliação pela SEE sobre a admissão do 6º horário para fins de recomposição também dos dias letivos.

O Governo confirmou que na Folha referente ao mês de Agosto, a ser paga em Setembro de 2018, será incluído o pagamento do ADVEB para os/as servidores cujo direito foi publicado posteriormente na segunda listagem. Afirmou ainda o assessor da Subsecretaria de Gestão de Recursos Humanos que o governo está envidando esforços para viabilizar a incorporação do abono referente ao Piso Nacional, tal como definido pela lei 21.710/15.

A Comissão de Negociação solicitou ainda agendamento de reunião, com a máxima urgência, com a Subsecretaria de Gestão de Recursos Humanos para tratar das questões relativas aos/às Trabalhadores e Trabalhadoras das SRE’s e Órgão Central.

Foi agendada nova reunião com a Secretaria de Educação para o dia 06/09/2018, para fins de retorno dos encaminhamentos, nova discussão e definição dos requerimentos da categoria.

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Encaminhamentos do encontro realizado pelo Sind-UTE/MG com os/as servidores da SRE’s e Órgão Central da SEE

No último dia 24/08/2018 foi realizado, em Belo Horizonte, o Encontro dos/as trabalhadores/as da educação das Superintendências Regionais de Ensino (SREs) e do Órgão Central da Secretaria de Estado da Educação (SEE), para discutir e propor encaminhamentos. O Sindicato fez uma compilação das discussões realizadas e disponibiliza, em síntese, o resultado deste encontro.

O encontro dos servidores das SRE’s e do Órgão Central foi pautado por vários e importantes debates e, em determinado momento, os/as trabalhadores/as se reuniram em grupos para discutir os principais pontos em discussão. Questões relacionadas à anistia da greve, critérios para reposição de carga horária, distorções salariais, jornada de trabalho, corte de salário e vale refeição foram colocados em pauta para possíveis medidas judiciais, assim como outros assuntos que também foram levados à apreciação.

Foi pautada a importância da manutenção do Grupo de Trabalho criado pelo Decreto Estadual 46.869/2015 destinado a promover estudos relativos às carreiras dos/as servidores/as das SRE’s e do Órgão Central, o descumprimento do acordo pelo Governo Estadual e a reposições das greves.

Após a discussão das principais reivindicações dos servidores, também foi discutida a atual conjuntura nacional e estadual, com destaque para os problemas trazidos a partir da Reforma Trabalhista e os impactos da terceirização irrestrita no serviço público.

Também foi debatida a luta e mobilização da categoria estadual durante a greve, que resultou na Proposição de Lei 23.478/16. O Projeto de Lei 23.478/16 concedia anistia aos profissionais da educação básica do Estado integrantes, lotados ou em exercício no quadro de pessoal das Superintendências Regionais de Ensino e do Órgão Central da Secretaria de Estado de Educação, mas, foi vetado pelo Governador do Estado de Minas Gerais.

Após amplo e coletivo debate, os principais encaminhamentos foram:
Dia 27/08/2018 – Protocolar documento individual na DIPE/DPOC – solicitando ao Governo que marque reunião com o Sindicato para negociação das condições da reposição da carga horária devida pela greve. Também restou definido que, por se tratar de reposição de greve, a discussão será feita para todas as carreiras da educação estadual.
Dias 28, 29 e 30 – Pressionar o Governo do Estado para marcar reunião com o Sindicato a fim de discutir as questões relacionadas a reposição da carga horária de toda a categoria estadual e demais demandas dos servidores das Superintendências Regionais de Ensino e do Órgão Central que foram debatidas no encontro.
Dia 31/8 – Caso o Governo do Estado continue se furtando das solicitações feitas pelo Sindicato quanto ao pedido de agendamento de reunião, o servidor deverá protocolizar, nesta data, calendário individual viável com a reposição da carga horária devida decorrente das greves de 2016, 2017 e 2018 ocorrendo até o final do primeiro semestre de 2020.








24/8/2018 – Encontro de servidores/as das SREs e do Órgão Central da SEE, em Belo Horizonte, sob coordenação do Sind-UTE/MG

FotoStudium/Vera Lima/Sind-UTE/MG

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Encontro Estadual de Aposentados do Sind-UTE/MG

O Sind-UTE/MG realizará nos dias 29, 30 e 31 de agosto de 2018 mais um Encontro Estadual de Aposentados do Sind-UTE/MG, na cidade de Caeté/MG. 

A região abarcada pela subsede Caxambu poderá levar até 16 trabalhadores em educação aposentados filiados ao nosso sindicato para esse encontro. Para isso, os/as interessados/as devem entrar em contato com a nossa subsede (3341-3799, das 13:30 às 17:30) até o dia 23 de agosto, e apresentar o último contracheque (onde consta filiação ao Sind-UTE/MG) e os dados como nome completo, cidade, RG, CPF e MASP.

O Encontro será no Hotel Tauá, em Caeté, entre os dias 29 e 31/08.

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