Conheça aqui alguns motivos dos trabalhadores em educação de Minas Gerais estarem em greve desde o dia 8 de março.
domingo, 11 de março de 2018
Vídeo: conheça aqui alguns motivos dos trabalhadores em educação de Minas Gerais estarem em greve desde o dia 8 de março.
Posted on 19:10 by Sind-UTE Caxambu e região
sábado, 10 de março de 2018
Plenária Regional de Trabalhadores em Educação - 12 de março - Caxambu e região
Posted on 13:57 by Sind-UTE Caxambu e região
sexta-feira, 9 de março de 2018
Trabalhadores/as em educação de Minas Gerais iniciam greve nesse 8 de março; governo não apresenta proposta concreta para categoria
Posted on 01:23 by Sind-UTE Caxambu e região
Nesse 8 de Março, Dia Internacional da Mulher Trabalhadora, educadores/as da rede estadual de Minas Gerais iniciaram greve por tempo indeterminado, com o objetivo de forçar o governo a cumprir com a Lei 21.710/15 – incluso os reajustes devidos de 2017 e 2018 –, e com os acordos assinados com a categoria, além de exigir o fim dos atrasos e parcelamentos dos salários e repudiar o sucateamento do IPSEMG.
Como recordado durante a assembleia estadual realizada na tarde desse mesmo dia, o Sind-UTE/MG tentou desde o ano passado estabelecer um diálogo com o governo. Contudo, diante da intransigência do mesmo e de sua opção política em privilegiar setores empresariais e privilegiados em detrimentos dos serviços públicos e dos trabalhadores, não restou alternativa à categoria do que decretar greve durante a assembleia realizada na semana passada (28/02).
Contando com a presença de milhares de trabalhadores/as em educação de todas as regiões de Minas Gerais, a assembleia da categoria votou hoje pela continuidade do movimento. O governador Pimentel chegou a apresentar um esboço de proposta em troca da suspensão da greve, porém, que não contemplava as reivindicações da categoria (propôs apenas pagar os retroativos dos meses de janeiro, fevereiro e março de 2016 em 8X, além de uma carta de “intenções” sem compromissos concretos). Por unanimidade os trabalhadores recusaram o que consideraram como absurdo.
Ao final, os/as educadores/as saíram em manifestação pelas ruas do centro de Belo Horizonte, em conjunto com demais movimentos sociais, como parte do Dia Internacional da Mulher Trabalhadora.
Calendário aprovado
Calendário aprovado
09/03: visita às escolas e SREs para o fortalecimento da greve
12/03: assembleias e atos locais
13/03: visita às escolas e SREs para o fortalecimento da greve
14/03: visita às escolas e SREs para o fortalecimento da greve
15/03: Assembleia Estadual, 14 horas, Pátio da Assembleia Legislativa/MG
Fotos: Cássio Diniz
terça-feira, 6 de março de 2018
8 de março tem Assembleia Estadual da Educação
Posted on 05:35 by Sind-UTE Caxambu e região
Na próxima quinta-feira (08/3/18), educadores e educadoras, sob coordenação do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) realizam assembleia estadual, no Pátio da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) a partir das 14h.
Nos eixos de luta estão: o pagamento do Piso Salarial conforme Acordo assinado entre o Sindicato e o governo do Estado, fim do parcelamento dos salários e do 13o, pelo cumprimento dos acordos assinados e atendimento de qualidade pelo Ipsemg.
Sem propostas e correndo o risco de desmobilizar enquanto aguardam algum retorno e depois de não ter nenhuma negociação, a discussão feita no Conselho Geral e Assembleia aprovaram a deflagração da greve a partir do dia 08 de março, com nova assembleia estadual para avaliar alguma proposta que o governo venha a apresentar.
De acordo com a direção do Sindicato “a intensidade e a abrangência da nossa mobilização serão fundamentais para termos a negociação.”
sexta-feira, 2 de março de 2018
Educadoras e educadores aprovam greve para 8 de março, com realização de nova assembleia estadual
Posted on 18:07 by Sind-UTE Caxambu e região
Em 2015, após sete anos de lutas pelo pagamento do Piso Salarial, três grandes e intensas greve, dois acordos descumpridos pelos governos, finalmente, a categoria conquistou uma lei estadual com a política do Piso Salarial Profissional Nacional.
A Lei Estadual 21.710/15 garantiu o pagamento de vencimento básico e não mais o subsídio, os reajustes anuais do Piso e estabeleceu uma política de pagamento e incorporações de abonos para que em julho de 2018, finalmente, o Governo de Minas pague o Piso Salarial.
Desta forma, a categoria aceitou um processo de longo prazo, abriu mão, naquele momento, de várias outras questões salariais e de carreira com o objetivo de conquistar o Piso Salarial. Importante destacar que ao conquistar uma lei, seria possível evitar o desgaste de iniciar a mesma luta a cada ano, garantindo uma política permanente. No entanto, contrariando a legislação estadual e o próprio acordo assinado, o governo estadual acumulou dois reajustes (2017 e 2018) sem o pagamento à categoria.
Se forem consideradas as recentes decisões sobre parcelamento do 13º salário, adiamento do ano escolar, escalas de pagamento, suspensão das nomeações de concurso, além do não cumprimento dos reajustes do Piso Salarial e outras questões dos Acordos assinados, conclui-se que a posição do governo foi a de não realizar mais negociação com a categoria.
Foi com este contexto, além dos limites impostos pela legislação eleitoral, que o Conselho Geral do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) convocou a primeira assembleia estadual já para o primeiro mês do ano escolar e com indicativo de greve. Sem pressão, a avaliação da categoria é de que não se conseguirá nenhuma negociação. Nos últimos dias, o governo começou a afirmar em entrevistas à imprensa que não pagará o Piso Salarial. Também não temos resposta para nenhuma outra questão.
Em assembleia estadual, dia 28/2/18, educadores/as aprovam greve para o dia 8 de março
Nos dias 27 e 28 de fevereiro deste ano aconteceram duas reuniões com secretários do governo. Não foram apresentadas propostas. O Sindicato reafirmou que não abrirá mão da luta pelo Piso Salarial, além de questionar todas as recentes decisões do governo. Cobrou também que ele precisa apresentar propostas para a negociação das inúmeras questões que se acumularam. Os secretários afirmaram que levariam a discussão para o Governador.
Sem propostas e correndo o risco de desmobilizar enquanto aguardam algum retorno e depois de não ter nenhuma negociação, a discussão feita no Conselho Geral e Assembleia Estadual da categoria, no último dia 28/2/18, foi pela deflagração da greve a partir do dia 08 de março, com nova assembleia estadual para avaliar alguma proposta que o governo venha a apresentar.
De acordo com a direção do Sindicato “a intensidade e a abrangência da nossa mobilização serão fundamentais para termos a negociação.”
Calendário até o dia 08 de março
Em assembleia estadual, dia 28/2/18, educadores/as aprovam greve para o dia 8 de março e outras atividades
Antecedendo a próxima assembleia estadual, é fundamental realização de assembleias ou plenárias locais que comecem a organização do movimento a partir do dia 8 de março.
Outra ação é o diálogo com os pais e mães dos alunos explicando os problemas e articulando apoio ao movimento.
Durante a assembleia estadual houve avaliações também de que o governo Pimentel tem se fragilizado pelas opções que está fazendo e não será do movimento da educação pública a responsabilidade disso. “Esperamos que o governo se repactue com a educação, pois, o Piso Salarial é o mínimo, aceitamos uma negociação de quatro anos! Não dá para agora nos pedir "paciência", disseram os profissionais da educação.
Durante as avaliações realizadas no decorrer da assembleia foram destacados, além do descumprimento dos acordos assinados com os servidores, problemas sobre repasse de verba da alimentação escolar, transporte escolar e custeio das escolas.
A educação não luta sozinha
Em assembleia estadual, dia 28/2/18, educadores/as recebem diversos apoios
A luta pelo pagamento do Piso salarial não é corporativa, mas, sim da sociedade. Este apoio está expresso no manifesto assinado por mais de 100 entidades e lideranças sociais, políticas e sindicais.
Durante o Conselho Geral e a assembleia estadual dessa quarta-feira, várias entidades sociais e sindicais e de juventude marcaram presença para prestar apoio a decisão de greve da Educação, entre elas: UNE, UEE, Sindifes, Ames, UBES, UCMG, Unidade Classista CTB, MAB e Levante Popular da Juventude.
A professora Celina Arêas, da direção nacional da CTB – Central dos Trabalhadores e trabalhadoras do Brasil, destacou a longa luta dos/as trabalhadores/as contra a Reforma Trabalhista e a Lei da Terceirização que foram aprovadas e a vitória alcançada até agora pela classe trabalhadora com a não votação da Reforma da Previdência, lembrando que o Sind-UTE/MG e os educadores tiveram papéis fundamentais nessa luta. “ A CTB apoia a luta de vocês, pois, o piso é o mínimo que se espera deste governo, que estaria com isso apenas cumprindo uma lei federal”.
Soniamara Maranho, do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), afirmou que a luta da Educação é uma luta de todos. Toda vez que tem assembleia dos trabalhadores e trabalhadoras na Educação, os demais movimentos sociais, como a Frente Brasil Popular e Quem Luta Educa se sentem mais motivados para a luta.
Chico Nascimento, da direção do Sindifes, parabenizou a categoria que tem sido uma protagonista das lutas contra as reformas, com destaque para a suspensão da tramitação da PEC 287, da Reforma da Previdência.
Henrique Leite, do Levante Popular da Juventude, afirmou que os estudantes e a juventude estão com a Educação, por serem as escolas, os trabalhadores e os estudantes os mais atingidos pelos desmontes do governo federal. "A conquista dos trabalhadores da Educação é uma conquista de todos."
Thiago Santos Lima, da UBES - União Brasileira dos Estudantes Secundaristas, disse que os estudantes darão todo apoio ao que for decidido pelo movimento. Para ele, é o momento de falar para o governo estadual da necessidade de respeitar a categoria. Lembrou que em 2016, duzentas escolas foram ocupadas por estudantes contra os ataques aos brasileiros, por meio da PEC 55, que cortou os investimentos por vinte anos e a MP 746 da reformulação do Ensino Médio. E se for necessário, os estudantes ocuparão novamente as escolas.
E durante a assembleia estadual dessa quarta-feira também marcaram presença os deputados Rogério Correia, 1º secretário-geral da Mesa Diretora e do deputado Dr. Jean Freire.
Moção de repúdio
Em assembleia estadual, dia 28/2/18, educadores/as aprovaram moção de repúdio contra perseguição sindical em Contagem
Foi aprovada a moção de repúdio por perseguição à organização sindical em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Na última sexta-feira, a Subsede de Contagem foi surpreendida com a decisão da administração municipal, que é do PSDB, de suspender liberações sindicais para o exercício do mandato sindical de sete companheiros que são liberados para militância sindical. Contagem intensifica o ataque porque sabe que o Sind-UTE/MG é um Sindicato de luta, de organização e de vitórias.
Assembleia estadual, dia 28/2/18, Belo Horizonte / ALMG
Fotos: Alessandro Carvalho – Sind-UTE/MG
Produção de conteúdo/Assessoria de Imprensa – Studium Eficaz
quinta-feira, 1 de março de 2018
Ajuizamento de ações sobre o prêmio por produtividade
Posted on 16:07 by Sind-UTE Caxambu e região
O pagamento do prêmio por produtividade foi realizado até 2014, referente aos resultados obtidos pela administração pública no ano de 2012. Então, o Estado é devedor dos anos de 2013 e 2014, já que o pagamento do prêmio está garantido na legislação estadual.
Importante esclarecer que a prescrição para ajuizamento da ação é de 5 anos contando da data que o prêmio por produtividade deveria ter sido pago. Então, os servidores que possuem direito ao prêmio devem encaminhar a documentação até dezembro de 2018 para pleitear o valor referente ao ano de 2013.
Quem pode participar? Servidores públicos efetivos lotados na SEE/MG que estão na ativa e que tiveram resultado satisfatório na Avaliação de Desempenho Individual nos anos de 2013 e 2014.
Os documentos necessários são:
• Procuração atualizada e declaração de hipossuficiência (modelo do Sind-UTE/MG)
• Representação para atuar no Juizado Especial de Fazenda Pública (modelo do Sind-UTE/MG)
• Cópia de CI e CPF
• Cópia do último contracheque
• Cópia de todos os dos contracheques do ano de 2013
• Cópia de todos os contracheques do ano de 2014
• Cópia de todos os contracheques do ano de 2015
• Cópia da Avaliação de Desempenho satisfatória do ano de 2013
• Cópia da Avaliação de Desempenho satisfatória do ano de 2014
• Cópia da contagem de tempo completa do ano de 2013
• Cópia da contagem de tempo completa do ano de 2014
• Ficha funcional do servidor disponível no Portal do Servidor
• Ficha de Filiação, caso o servidor não seja filiado
Sind-UTE/MG reforça pedido pelo direito à complementação dos aposentados da rede municipal de Ipatinga
Posted on 08:51 by Sind-UTE Caxambu e região
Sindicato protocolou manifestação no TJ-MG e garantiu participação no julgamento da lei municipal que concede o benefício aos servidores aposentados do Município de Ipatinga
O Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG), reforçou a defesa dos servidores e servidoras aposentados (as) do Município de Ipatinga protocolando a manifestação final desta fase do processo, chamada de memoriais, no Tribunal de Justiça de Minas Gerais, que iniciará o julgamento da constitucionalidade da Lei 1.311/94 nesta quarta-feira (28).
O Tribunal deve ser reunir a partir de 9h30, para discutir a legalidade da complementação das aposentarias dos servidores municipais, especialmente em razão da ausência de contribuição ao longo dos anos, por omissão e descaso do poder público na regulamentação do Fundo Complementar.
O Fundo de iniciativa do Poder Executivo, para financiar o benefício, está previsto desde a criação da lei. O Sind-UTE/MG argumenta que os servidores não podem ser prejudicados pela falha dos gestores bem como defende a constitucionalidade da lei com base na própria Constituição Federal. Aponta ainda que o relatório do Tribunal de Contas, que ampara parcela das justificativas da Prefeitura de Ipatinga para afastar o direito dos trabalhadores, é inconclusivo e admite que foi realizado com pouquíssimos documentos, o que torna inviável sua utilização. Por fim, sustenta que eventual inconstitucionalidade da lei não pode afetar o direito daqueles que já se aposentaram com base na lei.
Ainda na manifestação, que será reforçada pela defesa oral pela advogada Edilene Lobo durante a sessão de julgamento, o Sind-UTE/MG reforça a necessidade de o poder público tomar as medidas necessárias para corrigir seu erro, ou seja, retomar a tramitação do projeto de lei que cria o Regime Próprio de Previdência do Servidor bem como criar o Fundo de Complementação, conforme determinado em lei.
“Mesmo depois de tudo, da suspensão do pagamento, do corte de direitos, no calote no servidor com o não pagamento dos consignados, a Prefeitura não se mexe. Não deu nenhum passo para resolver o problema. Não cumpre as ordens judiciais e nem o seu dever de regulamentar a questão”, critica Feliciana Saldanha, professora aposentada e membro da direção estadual do Sind-UTE/MG, que já denunciou a situação até mesmo em âmbito internacional. “A situação de Ipatinga é inacreditável e não encontra precedentes em nenhuma cidade do País”, complementa.
Em fevereiro de 2017, o Tribunal de Justiça concedeu medida liminar para suspender a concessão de novos benefícios previdenciários com base na lei questionada, até o julgamento final da ADI. Desde então, os servidores do Município estão se aposentando sem a complementação. No entanto, mesmo com a decisão expressa de que fossem mantidos os benefícios dos que já estavam aposentados, o Município se recusa a pagar. Por outro lado, há dezenas de decisões determinando o pagamento, em caráter liminar, em ações individuais de cobrança, concedidas pelo juiz da Vara da Fazenda Pública.
Desde 2015, os aposentados não recebem as complementações regularmente, tendo sido os pagamentos definitivamente suspensos a partir de maio de 2016. Já em 2017, até mesmo os empréstimos consignados e planos de saúde debitados em conta não são mais pagos pelo Município, deixando os aposentados em situação de extrema dificuldade.
Fonte Plox
Trabalhadores e trabalhadoras em educação realizam assembleia estadual com indicativo de greve
Posted on 08:47 by Sind-UTE Caxambu e região
O Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) realizou nesta quarta-feira (28/02/18) a sua primeira assembleia estadual com indicativo de greve de 2018. Essa atividade foi tirada no último Conselho Geral do Sindicato realizado em Belo Horizonte, dia 3 de fevereiro último.
Durante a assembleia estadual, que aconteceu a partir das 14h, no Pátio da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), os trabalhadores e as trabalhadoras em educação cobraram do governo do Estado o cumprimento dos acordos assinados, fim do parcelamento do 13º salário, pagamento do Piso Salarial de acordo com os acordos assinados e atendimento de qualidade pelo Ipsemg. A assembleia deliberou por greve no dia 8 de março e realização de nova assembleia estadual para deliberar sobre os rumos do movimento.
No período da manhã, o Conselho, a direção estadual fez um balanço das últimas ações do Sindicato para denunciar e reverter o que o governo do estado tem feito na educação da rede estadual: dois reajustes do Piso Salarial descumpridos, acordo com os servidores das Superintendências Regionais de Ensino descumprido, parcelamento do pagamento do 13º salário, adiamento do ano escolar, sucateamento do IPSEMG, entre outras demandas.
Desde o final do ano passado, o governo vem estabelecendo um tratamento diferenciado no funcionalismo. Mesmo a educação tendo recursos próprios, o Governo Fernando Pimentel optou por não pagar o 13º salário à categoria em dezembro de 2017 na sua integralidade.
Agora, a categoria foi surpreendida pelo adiamento do ano escolar para economizar no salário dos contratados, nas verbas de transporte e alimentação escolar! Pelo segundo ano consecutivo, o governo está descumprindo o Acordo do Piso salarial, mesmo tendo recursos da educação para o pagamento dos reajustes!
A última escala de pagamento aprofundou o tratamento diferenciado: a maioria da categoria recebeu salário somente após o carnaval. Enquanto isso, os/as servidores/as da Segurança Pública receberam uma primeira parcela no dia 09/02. Além disso, o Sindicato destaca que, por ser ano eleitoral, a campanha salarial-educacional precisa ser antecipada.
28.2.18- Conselho geral do Sind-UTE/MG na manhã desta quarta-feira
28.02.18 - Beatriz Cerqueira ( Sind-UTE/MG) coordenadora-geral e a diretora estadual Nivalda Perobelli
28.2.2018- Trabalhadores e trabalhadoras em educação durante assembleia estadual na ALMG
Durante assembleia estadual, realizada na tarde desta quarta-feira, 28/02/2018, trabalhadores e trabalhadoras em educação de Minas Gerais, aprovaram greve para o dia 8 de março de 2018, quando irão realizar uma nova assembleia estadual para decidir os rumos do movimento.
Fotos: Alessandro Carvalho/ Sind-UTE/MG
terça-feira, 27 de fevereiro de 2018
Audiência pública para discutir a situação do Ipsemg
Posted on 13:30 by Sind-UTE Caxambu e região
Nesta quarta-feira (21/2/18), a partir das 14h, acontece a pedido do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) uma Audiência Pública, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (Rua Rodrigues Caldas, 30- Santo Agostinho – Belo Horizonte), na Comissão do Trabalho, da Previdência e da Assistência Social, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), a requerimento do deputado estadual e 1º Secretário da Mesa, Rogério Correia.
O objetivo dessa Audiência Pública é debater sobre a situação do Instituto de Previdência dos Servidores de Minas Gerais (Ipsemg) intensificar a luta por um atendimento de qualidade.
As reclamações sobre o atendimento de má qualidade, dificuldade de acesso aos serviços prestados pelo Instituto, falta de atendimento de urgência e emergência são os casos mais corriqueiros e são situações vividas em todas as regiões do Estado.
Foram convidados a participarem dessa Audiência: representantes do governo estadual, do Ipsemg, coordenadores do Sisipsemg e o Sind-UTE/MG (Beatriz Cerqueira, coordenadora-geral).
Foto : Gláucia Rodrigues / Sind-UTE/MG
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
Manifesto de apoio à educação da rede estadual de Minas Gerais
Posted on 21:41 by Sind-UTE Caxambu e região
O último período tem sido especialmente difícil para o povo brasileiro, sobretudo, para os mais pobres e os trabalhadores e trabalhadoras em geral. Vivemos uma grave crise internacional do sistema capitalista que insere a crise brasileira em um contexto de golpe dado por forças reacionárias e antidemocráticas. O desgoverno instalado em âmbito federal, unificado em torno de um programa ultraneoliberal, tem tomado inúmeras medidas que agravam e aprofundam a crise brasileira.
Nesse contexto de ofensiva conservadora, no âmbito da economia e dos valores, é um imperativo a unidade das forças progressistas e democráticas em torno de propostas que solucionem os reais problemas do povo e fortaleça a organização popular para enfrentar a retirada de direitos.
Para fazer frente a essa conjuntura, compete aos governos comprometidos com as pautas democráticas e populares apostar na participação cidadã, nas organizações populares, priorizar e investir segundo os interesses das maiorias e abrir um permanente canal de diálogo com forças populares. Desde as mobilizações de junho de 2013, passando pelas eleições de 2014 e 2016, e durante toda a luta contra o golpe e o estado de exceção, se mostraram decisivos os movimentos e organizações populares. Trabalhadoras e trabalhares em educação da rede pública de Minas Gerais, em articulação com vários outros movimentos, têm tido um papel importante no enfrentamento a esta conjuntura.
Manifestamos por meio desta carta, nosso apoio à categoria que luta pelo cumprimento do Acordo histórico do Piso Salarial Profissional Nacional, pelo investimento dos recursos da educação exclusivamente na área e por abertura de negociações com o Governo do Estado e fazemos destas questões nossas reivindicações para o Governador Fernando Pimentel.
Assinam:
- Central Única dos Trabalhadores - CUT - Minas
- Central dos Trabalhadores do Brasil - CTB Minas
- Intersindical
- Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação - CNTE
- Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos do Ensino - CONTEE
- Confederação Nacional dos Metalúrgicos - CNM
- Federação Estadual dos Metalúrgicos - FEM
- Federação da Agricultura Familiar - FETRAF
- Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro - Fetrafi - MG
- Sindicato Intermunicipal dos Trabalhadores na Indústria Enérgica - Sindieletro - MG
- Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Purificação e distribuição de água e em serviços de esgoto -Sindágua MG
- Sindicato dos Petroleiros - Sindipetro - MG
- Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Belo Horizonte - Sindibel
- Sindicato dos Trabalhadores na Instituições Federais de Ensino - Sindifes
- Sindicato dos Professores - Sinpro - MG
- Sindicato dos Trabalhadores em Seguridade Social, Saúde, Previdência, Trabalho e Assistência Social - Sintsprev/MG
- Sind-UEMG
- Sindicato dos Metalúrgicos de BH, Contagem e região
- Sindicato dos Professores de Juiz de Fora Sinpro/JF
- Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais
- Sindicato dos trabalhadores nas empresas de correios e telégrafos - Sintect-MG
- Sindicato dos Sociólogos de Minas Gerais Sinds/MG
- Sindicato dos Empregados em Transportes Metroviários e Conexos de Minas Gerais - Sindimetro
- Sindicato dos servidores públicos municipais de Chapada Gaúcha.
- Movimento dos Trabalhadores Rurais sem terra - MST
- Movimento dos Atingidos por Barragens - MAB
- Movimento pela Soberania Popular na Mineração - MAM
- Marcha Mundial de Mulheres
- Levante Popular da Juventude
- Pastoral da Juventude
- Consulta Popular
- Comissão Pastoral da Terra - CPT
- Movimento dos Trabalhadores Cristãos - MTC
- DCE PUC Minas
- Brigadas Populares
- Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas - MLB
- Movimento de Mulheres Olga Bernário
- Casa de Referência da Mulher Tina Martins
- Associação Metropolitana dos Estudantes Secundaristas - AMES-BH
- União da Juventude Rebelião - UJR
- União da Juventude Socialista - UJS
- União Colegial de Minas Gerais - UCMG
- Movimento Luta de Classes - MLC
- Rede Nacional dos Médicos e Médicas Populares
- Conselho Municipal de Saúde de Belo Horizonte
- Centro Nacional de Africanidade e Resistência Afro brasileiro - Cenarab
- Central de Movimentos Populares - CMP
- Comitê Igrejas
- Pastoral do Menor Regional Leste 2
- Cáritas Brasileira Regional Minas Gerais
- Conselho Nacional de Igrejas Cristãs Conic MG
- Cáritas Diocesana de Paracatu
- Movimento das Trabalhadoras e Trabalhadores por Direitos - MTD
- Deputada Estadual Marília Campos
- Deputado Estadual Jean Freire
- Deputado Estadual Rogério Correia
- Deputado Federal Padre João
- Deputada Federal Margarida Salomão
- Deputada Federal Jô Morais
- Vereadora Áurea Carolina, Belo Horizonte
- Vereadora Cida Falabela, Belo Horizonte
- Vereador Gilson Reis, Belo Horizonte
- Vereadora Andresa Rodrigues, Mário Campos
- Vereadora Lívia Guimarães, São João del Rei
- Vereador Sávio José, Viçosa
- Vereador Betão, Juiz de Fora
- Vereadora Maria Cecília Figueiredo Opípari, Poços de Caldas
- Vereador Tiago da Silveira, Guaranésia
- Vereador Josué Naves de Paula, Bom Sucesso
- Vereador Sebastião Melia Marques - Tiãozinho do Sindicato, Campo do Meio
- Vereador Tiago Horse, Campo do Meio
- Vereador Portinele Fernandes, Campo do Meio
- Vereador Diego Ramiro da Silva, Unaí
- Vereadora Camila Silva de Almeida, Buritis
- Vereadora Suzane Duarte Almada, Santa Luzia
- Vereador Ariel de Souza Moreira, São Tomé das Letras
- Ederson Alves da Cunha, vice-presidente do Conselho Estadual de Saúde
- Bruno Abreu Gomes - Pedralva, presidente do Conselho Municipal de Saúde de Belo Horizonte
- Paulo Cayres, coordenador nacional do setorial sindical do PT
- Geraldo Miguel, coordenador do setorial de educação do PT MG
- Vilmar Alves Mota, Presidente do PT Unaí
- Coletivo Fora do Eixo
- Flavio Renegado, cantor
- Pereira da Viola - violeiro, compositor e cantador
- Aline Calixto - cantora e compositora
Esse manifesto foi entregue ao Governador, Fernando Pimentel, hoje pela manhã (21/02/18) durante as atividades no Acampamento Maria da Conceição, do MST, em Itatiaiuçu. O manifesto também foi entregue ao ex-presidente, Luiz Inácio Lula da Silva.
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