sexta-feira, 31 de outubro de 2014

ATENÇÃO: mudança de endereço do Sind-UTE/MG subsede Caxambu

Para melhor atender os trabalhadores em educação da rede estadual e melhorar a estrutura de funcionamento da entidade, o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais - subsede Caxambu e Região - estará mudando para um novo endereço. A partir de 03 de novembro a nova sede do sindicato será na rua Dr. Enout nº 193, Centro de Caxambu (em frente a Florarte).


Em breve faremos a confraternização de inauguração da nova sede do Sind-UTE/MG. Desde já convidamos todos os trabalhadores em educação e apoiadores a participarem desse momento. No próximo mês estaremos divulgando a data.

SOMENTE A LUTA MUDA A VIDA. UNIDOS, SOMOS MUITO MAIS FORTES!


domingo, 26 de outubro de 2014

Encontro Estadual de Aposentados 2014 - Sind-UTE/MG


Atenção trabalhadores em educação aposentados da rede estadual, o Sind-UTE/MG realizará nos dias 28, 29 e 30 de novembro o ENCONTRO ESTADUAL DE APOSENTADOS 2014. Os interessados em participar - e que se encontram em nossa região -, por favor, entrem em contato com a nossa subsede pelo email sindutecaxambu@hotmail.com

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Nota de esclarecimento: Governo de Minas mente sobre a realidade da educação mineira

O Governo de Minas iniciou, neste domingo, uma nova campanha publicitária. Nela são veiculadas informações falsas sobre a realidade da educação da rede estadual em Minas Gerais.

Em respeito à população mineira, que é uma importante parceira em nossas lutas por uma educação de qualidade, esclarecemos a realidade da educação mineira:


1.     Sobre a hora-aula da rede estadual

O governo de Minas informou à população que paga R$60,63 por hora-aula ao professor mineiro. Ele mentiu sobre o salário dos professores mineiros!!! Considerando que o valor do subsídio de uma professora de nível médio de escolaridade é R$1.237,00 e são 4,5 semanas de aula (é preciso considerar todo o mês trabalho, incluindo o descanso remunerado), a conta é simples: 24 horas por semana x 4,5 = 108 horas-aulas de trabalho no mês. Cada hora de trabalho é de R$11,45. Se considerarmos o subsídio do professor com formação em licenciatura plena, o valor da hora-aula é de R$ 13,47. O professor com mestrado recebe por hora-aula R$ 17,97.

2.     Sobre o Piso Salarial Profissional Nacional
A lei federal 11.738/08 estabeleceu que o Piso Salarial é o vencimento básico e não toda a remuneração do professor. A partir do vencimento básico se calculam as demais vantagens e direitos. Em 2012, o Governo de Minas, transformou a remuneração do professor em subsídio, desconsiderando o que foi estabelecido na Lei e a decisão do Supremo Tribunal Federal na Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 4.167. Ao fazer isso, o governo mineiro acabou com direitos conquistados pelos educadores ao longo de mais de 30 anos. Ainda, o Governo deturpa as informações sobre o salário do professor ao fazer comparações de situações desiguais:
- compara o valor do Piso (valor estabelecido nacionalmente), que é vencimento básico com o subsídio (forma que o governo mineiro paga os professores desde janeiro de 2012), que é toda a remuneração do professor;
- compara o valor do Piso Salarial, que é para professor com nível médio de escolaridade com o subsídio pago para licenciatura plena.
O governo de Minas não paga Piso Salarial, paga subsídio.

1.     Sobre o investimento constitucional mínimo em educação

O governo de Minas Gerais deixou de investir mais de R$8 bilhões em saúde e outros R$8 bilhões em educação. Isso porque não cumpriu a Constituição Federal, que estabelece o mínimo de investimento de 12% de impostos em saúde e 25% em educação. Acompanhe o investimento feito pelo governo mineiro ano a ano

Ano
Investimento em Saúde
Mínimo de 12%

Investimento em Educação
Mínimo de 25%

2003
6,39%
22,84%
2004
6,97%
21,69%
2005
6,27%
21,34%
2006
5,83%
18,77%
2007
6,88%
18,73%
2008
7,36%
20,97%
2009
8,17%
20,28%
2010
8,04%
19,97%
2011
8,51%
22,37%
2012
12,18%
22,9%
2013
12,29%
23,91%


Lamentamos a prática do governo de Minas de utilizar recursos públicos, dinheiro do cidadão mineiro, para mentir para a população.

Belo Horizonte, 20 de outubro de 2014

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Feliz Dia do Professor

Para os nossos colegas professores/trabalhadores em educação da rede estadual de MG e da rede municipal de Caxambu:
DESEJAMOS A TODOS UM FELIZ DIA DO PROFESSOR
UMA VIDA DE PAZ, CONQUISTAS E ALEGRIAS!
São os votos do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais – Sind-UTE/MG – subsede Caxambu




terça-feira, 7 de outubro de 2014

Debate: O fim da CLT?

por Ruy Braga*
Um espectro ronda o mundo do trabalho no Brasil – o espectro do fim da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Políticos e organizações patronais uniram-se em uma Santa Aliança para pressionar o Congresso pela aprovação do Projeto de Lei no. 4330/2004 do deputado e empresário do setor de alimentos, Sandro Mabel (PMDB-GO). Este projeto autoriza a terceirização de qualquer função nas empresas. Na mesma direção, o Supremo Tribunal Federal (STF) aprecia o recurso da fabricante de celulose Cenibra condenada em todas as instâncias por terceirizar trabalhadores em suas atividades-fim. O relator, ministro Luiz Fux, acolheu o recurso da indústria e o processo aguarda parecer da Procuradoria-Geral da República. Uma eventual vitória da Cenibra afetaria toda a regulação jurídica das relações de trabalho no país.
A ofensiva patronal sobre os direitos trabalhistas não tardou a repercutir no debate eleitoral. No programa de governo da candidata Marina Silva, por exemplo, pode-se ler: “Existe hoje no Brasil um número elevado de disputas jurídicas sobre a terceirização de serviços com o argumento de que as atividades terceirizadas são atividades-fim das empresas. Isso gera perda de eficiência do setor (comércio e serviços), reduzindo os ganhos de produtividade e privilegiando segmentos profissionais mais especializados e de maior renda.” Resta saber como a candidata pretende “disciplinar a terceirização” e, ao mesmo tempo “assegurar o respeito às regras de proteção do trabalho”?
Simpatizante da candidata pessebista, o empresário Benjamin Steinbruch decidiu fustigar a CLT em uma entrevista concedida à Folha de S. Paulo no início da semana passada. Após entoar a indefectível cantilena sobre o elevado custo do emprego no Brasil, o dono da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) reivindicou “um país leve na lei trabalhista”, isto é, com jornada mais flexível, idade legal diminuída e horário de almoço encurtado: “(…) Não precisa de uma hora (de almoço). Se você vai numa empresa nos EUA, você vê (o trabalhador) comendo o sanduíche com a mão esquerda e operando a máquina com a mão direita. Tem 15 minutos para o almoço.”
Se implementada, a proposta de Steinbruch de substituição do legislado pelo negociado nas relações trabalhistas implicaria no fim da CLT. De quebra, ameaçaria o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), o vale-transporte e o vale-alimentação. Em um país com altas taxas de rotatividade, onde o valor do salário do recém-contratado tende a ser menor do que o do demitido, alguém acredita que a “redução pela metade dos direitos (trabalhistas)” iria realmente parar no “bolso do trabalhador”?
Ao tomar conhecimento das opiniões do atual presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), um desavisado concluiria que o Brasil é o paraíso da proteção trabalhista, onde demitir é praticamente impossível, os salários são altos, as relações contratuais são rígidas e não há terceirização. Na realidade, o percentual médio do trabalho informal no ano passado ainda era de 33% da População Economicamente Ativa (PEA). Dados do DIEESE indicam que a taxa de rotatividade, especialmente saliente entre os jovens, os que recebem até dois salários mínimos e os ocupados no setor de serviços, cresceu, entre 2003 e 2012, de 52% para 64%. Esta taxa atinge 53% dos trabalhadores em vários setores da indústria de transformação.
A respeito da terceirização, o quadro permanece desalentador. De acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), nos últimos três anos, cerca de 70% das indústrias brasileiras contrataram empresas terceirizadas. Dos 50 milhões de trabalhadores com carteira assinada do país, 12 milhões são terceirizados, recebendo, em média, salários 30% inferiores em relação aos contratados diretamente. Além disso, eles são mais vulneráveis tanto aos acidentes de trabalho, quanto às condições análogas à escravidão. Caso fosse levada adiante, a agenda advogada por Steinbruch deterioraria ainda mais uma condição social já calamitosa.
Ao contrário do que muitos imaginam, a CLT não foi uma dádiva de Vargas aos pobres. Antes, ela resultou de duas décadas e meia de lutas sociais e da institucionalização de direitos trabalhistas contra os abusos de uma classe empresarial herdeira do éthos escravocrata. Além disso, a CLT atraiu milhares de trabalhadores rurais para os grandes centros urbanos em busca de oportunidades e de proteção social. Assim, a legislação trabalhista ajudou a criar a classe operária necessária à expansão do moderno parque industrial brasileiro cujo marco foi a própria CSN – vendida, em 1993, ao empresário Benjamin Steinbruch.
Em suma, a ameaça à CLT não expressa o embate das forças vanguardistas da globalização econômica contra o que restou do atrasado poder corporativo dos sindicatos. Na verdade, testemunhamos a desforra de organizações empresariais passadistas pela ousadia do subalterno de apropriar-se da linguagem dos direitos sociais. O que o Projeto de Lei no. 4330/2004, o recurso da Cenibra ao STF, o programa de governo marinista e a agenda de Steinbruch buscam ocultar é a incompetência histórica de uma classe empresarial retrógrada que, a fim ampliar suas margens de lucro, ao invés de alcançar ganhos de produtividade investindo em inovação tecnológica, contenta-se em investir contra os direitos dos trabalhadores.

Originalmente publicado no blog Convergência, acessado em 07/10/2014.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Novo Dia e Horário do Programa "Outras Palavras"‏

O programa Outras Palavras, na TV Band Minas e Band Triangulo, mudará de dia e de horário. A partir de 04 de outubro, o programa do Sind-UTE/MG será aos sábados, das 10h às 10h30.
Fique ligado no programa Outras Palavras, a voz dos trabalhadores em educação de Minas Gerais na televisão.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Solidariedade aos educadores mineiros e ao Sind-UTE/MG

Sind-UTE/MG recebe a solidariedade de milhares de pessoas dos movimentos sociais e sindicais durante concentração na Praça da Liberdade e caminhada pelas ruas centrais de Belo Horizonte no último sábado, 27/09/14. 

Os participantes do ato de solidariedade caminharam pelas ruas de Belo Horizonte até a Praça 7, centro da capital, onde teve o encerramento da manifestação, e mandaram um forte recado para o Governo do Estado: "Mexeu com os educadores, mexeu com os mineiros!"

Com o slogan "Quem fala a verdade não merece castigo", denunciaram a prática da coligação encabeçada pelo PSDB de censurar o Sind-UTE/MG com mais de 20 ações no Tribunal Regional Eleitoral proibindo que a entidade fale dos problemas da educação na rede estadual.

Veja a matéria abaixo

“Esta é uma luta da CUT, dos movimentos sindical, sociais e do povo mineiro”


Assista os vídeos que o TRE-MG censurou a pedido da Coligação encabeçada pelo PSDB




sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Movimentos Sindical e Social realizam, dia 22/09, ato de apoio ao Sind-UTE/MG, que vem sofrendo ataques da coligação do PSDB

Além do ato, o presidente da Central Única dos Trabalhadores Nacional, Vagner Freitas concederá coletiva
Nesta segunda-feira (dia 22 de setembro), a partir das 18h, será realizado, em Belo Horizonte, um ato de apoio ao Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG). O ato acontece no auditório do Sindicato dos bancários, à Rua dos Tamoios, 611 – Centro da capital.
A manifestação contará com a participação dos movimentos social, Sindical, estudantil, igrejas, pastorais e demais organizações em defesa do Sind-UTE-MG, que vem sofrendo ataques da coligação do PSDB.
Estamos vivendo aqui em Minas Gerais uma ditadura
"Minas Gerais é realmente um Estado de exceções. Por aqui, os poderes da República, que deveriam zelar pelos interesses públicos, zelam pelos interesses do grupo político que comanda o Estado."
O Sind-UTE/MG sempre utilizou de veículos como jornais, outdoors e outros meios para dialogar com a sociedade e denunciar o descaso do governo de Minas para com a educação.
Porém, o candidato ao governo de Minas pela coligação encabeçada pelo PSDB, Pimenta da Veiga, vem acusando o Sind-UTE/MG de fazer propaganda eleitoral negativa e, com isso," querem censurar as/os educadoras/es na Justiça: entraram com uma ação para proibir qualquer manifestação que tenha como pauta mostrar ao povo mineiro a realidade da péssima gestão na educação no Estado."
Como disse Beatriz Cerqueira, professora, coordenadora-geral do Sind-UTE/MG, "como é possível que, no período eleitoral, não se possa questionar, criticar, dizer sobre as condições da escola pública?
Querem nos colocar num lugar de invisibilidade, anulando o nosso papel de dizer as reais condições em que se encontram as escolas e seus profissionais. Como fica o debate democrático, se a população é impedida de conhecer a realidade?
É isso que o Tribunal Regional Eleitoral quer impor aos educadores mineiros: que fiquemos calados, que não critiquemos, que não demos a nossa opinião. Com essa prática prevalece a velha política do coronelismo: política é coisa para os profissionais, não para o trabalhador."
O assunto é tema de coletiva do presidente da CUT Nacional, Vagner Freitas, que acontece na Sala de Imprensa da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, às 14h.

Outdoor do Sind-UTE/MG subsede Caxambu na avenida Ápio Cardoso


O Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE/MG) cumprindo uma deliberação aprovada em assembleia estadual pelos educadores mineiros no final do primeiro semestre deste ano dá início à veiculação de uma campanha massiva de mídia em rádios, TVs, jornais e nas redes sociais.

Além de propagar spots, VTs e anúncios na mídia impressa de Belo Horizonte e Região Metropolitana, o Sindicato estende essa campanha aos veículos do interior, com inserções ainda por meio de outdoors e backbus.

A campanha tem a intenção de propagar a realidade dos trabalhadores em educação de Minas Gerais, suas principais reivindicações e denúncias, uma vez que há uma lacuna na imprensa mineira nesse sentido.

“Queremos dar voz à nossa categoria e dizer à sociedade que a educação mostrada pelas propagandas do governo é muito diferente da realidade em que estamos inseridos. Vivemos situações de penúria, com professores adoecidos, sem Piso Salarial e que não podem sequer comer na escola”, afirma a coordenadora-geral do Sind-UTE/MG, Beatriz Cerqueira.

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