sexta-feira, 30 de maio de 2014

Manifestação de trabalhadores em educação da rede estadual em Três Corações: escracho da secretária de estado da Educação Ana Lúcia Gazzola

Alguns registros de nossa manifestação em Três Corações, para recepcionar a senhora Ana Lucia Gazzola, a carrasca da educação mineira.







No momento da entrada da Gazzola no recinto, lembramos em alto e bom som os motivos para estarmos ali. Trabalhadores em educação da rede estadual em greve por piso, carreira, salário, concurso e solução para os efetivados da lei 100.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Assembleia estadual de trabalhadores em educação de MG - BH - 04 de junho


Haverá caravana saindo de Caxambu. Os interessados podem entrar em contato pelo e-mail sindutecaxambu@hotmail.com, dando o nome completo, RG, cidade e telefone de contato até segunda-feira, dia 02 de junho.

Uma quinta-feira de mobilização

Hoje (29/05) foi um dia bastante intenso. O Sind-UTE/MG subsede Caxambu e o Comando Regional de Greve visitou várias escolas de Caxambu e São Lourenço. 

Começamos o dia na E.E. Domingos Gonçalves (o Polivalente) conversando com os professores e funcionários. Depois panfletamos junto aos funcionários da Superintendência Regional de Ensino (SRE) de Caxambu. No final da manhã fomos até São Lourenço e visitamos a E.E. Mario Junqueira para conversar com os professores da escola, e após o almoço panfletamos e conversamos com os professores que estavam em atividade de formação da SRE na cidade.


De volta para Caxambu, fomos para a E.E. Ruth Martins de Almeida e realizamos nova conversa com os colegas professores e funcionários. E para terminar o dia realizamos uma singela Assembleia Regional em Caxambu, finalizando com uma pequena reunião de organização da participação dos trabalhadores da cidade na manifestação em Três Corações.

Trabalho de base com professores em São Lourenço

Explicando os motivos da greve

Eurides, do Comando Regional de Greve, conversando com ASB's de Caxambu

Ao final da assembleia regional, organização da participação na manifestação de Três Corações

Assembleia estadual de trabalhadores em educação de MG decide pela continuidade da greve

Na tarde dessa quarta-feira (28/05), os trabalhadores em educação da rede estadual de MG, de todas as regiões do estado, decidiram em assembleia geral a continuidade da greve, iniciada dia 21 do mesmo mês.

Durante a assembleia, foi realizada a avaliação do movimento grevista, que apesar de iniciar pequena, começou a tornar-se mais abrangente ao longo dos últimos dias. Também relembrou-se os motivos da greve, como forma da categoria pressionar o governo a abrir negociações com o Sind-UTE/MG. A campanha salarial educacional 2014 conta com extensa pauta. Entre as questões estão o descongelamento da carreira, o pagamento do Piso Nacional Profissional, a nomeação dos concursados e solução para os efetivados pela Lei 100/2007, considerada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF), e que atingiu cerca de 98 mil trabalhadores em educação. Demandas essas que atingem todos trabalhadores em educação, dos mais diferentes vínculos. Após, a categoria aprovou a continuidade do movimento, como também ações de intensificação.

Depois da assembleia, os professores, funcionários de escolas e de SRE's saíram em passeata pelas ruas centrais de Belo Horizonte até a Praça Sete, onde unificaram o ato com diversas outras categorias em greve (saúde, municipais de BH, etc.).

Trabalhadores em educação de Caxambu estiveram presentes desde a manhã, participando do conselho geral, da assembleia e da manifestação. Apesar de pequena, se fez presente. "Contudo, é preciso intensificar a participação da região de Caxambu nesses espaços, pois o verdadeiro e soberano espaço de deliberação democrática da categoria é a assembleia estadual. Além disso, a greve é o único instrumento hoje capaz de forçar o governo a uma negociação. Se a categoria não participar, estará aceitando as opressões e os ataques do governo contra si", afirmou o professor Cássio Diniz, diretor estadual do Sind-UTE/MG e coordenador da subsede Caxambu.

A próxima assembleia estadual será no dia 4 de junho. A subsede Caxambu e Região do sindicato conclama todos os trabalhadores em educação da rede estadual a participarem da caravana para Belo Horizonte nesse dia, como também a participarem da assembleia regional que ocorrerá nessa quinta-feira (29 de maio), às 17h30, na E.E. Ruth Martins de Almeida (Caxambu).


Bancada de Caxambu durante o Conselho Geral do Sind-UTE/MG


Bancada de Caxambu durante manifestação pelas ruas centrais de Belo Horizonte

terça-feira, 27 de maio de 2014

ASSEMBLEIA REGIONAL DE TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO DA REDE ESTADUAL

Prezados(as) colegas
A nossa mobilização e organização é a chave para as conquistas de nossa categoria
ASSEMBLEIA REGIONAL DE TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO DA REDE ESTADUAL
Pauta:
- a greve da rede estadual
- deliberações da assembleia estadual
29 de maio (quinta) na E.E. Ruth Martins de Almeida (Caxambu), às 17h30m

A participação de todos é fundamental. Somente a luta muda a vida. Unidos, somos muito mais fortes! 

Sind-UTE/MG subsede Caxambu e região

domingo, 25 de maio de 2014

Câmara de Caxambu realiza Audiência Pública sobre a LDO da Educação: secretária municipal de educação não comparece

Reproduzimos aqui o informe da Comissão dos Professores Municipais de Caxambu

Audiência ocorreu no último dia 22 de maio, na plenária da Câmara


No dia 22 de maio de 2014, às 18 horas na Câmara Municipal de Caxambu, foi realizada a audiência pública das LDO’s do Turismo e da Educação. Como todos sabem, esse é o momento de apresentar o orçamento, o planejamento dos referidos setores para o ano subsequente, 2015.
Ficaremos no que é nosso setor, a Educação.
A secretária da educação não compareceu à Audiência Pública! Com isso, não houve por parte dessa secretaria da educação a apresentação do que pretende do planejamento, dos gastos, da execução, dos projetos para o ano de 2015. Sem suas propostas, sem o planejamento, sem a organização, evidencia-se o descaso mais uma vez, da prefeitura e da secretaria da educação com a Educação de Caxambu.
Mas os professores da rede municipal, esses sim, ocuparam a Educação e apresentaram propostas para o orçamento da Educação para 2015, demonstrando a real preocupação que têm com a educação comprometida, de qualidade, e buscando, de forma organizada, elaborada e planejada.
Foi repassado aos vereadores propostas para que sejam incluídas no setor da educação, como o reajuste do Piso Nacional dos Professores, em janeiro de cada ano, do MEC (valorizando os professores), tendo consciência de que Educação não é gasto, é investimento! Valorização dos professores que fazem cursos, inclusive o PNAIC, oferecido gratuitamente pelo MEC, mas que não foi valorizado pela SEMEC aos professores que fizeram e fazem essa capacitação.

Pagamento dos biênios atrasados, pagamento das férias prêmio: o pagamento das férias prêmio, quinquênio e benefícios, são atrelados ao funcionalismo público e não estão sendo cumpridos por esta administração municipal (e esse é um ponto para todas as categorias dos funcionários públicos municipais).
Aplicação transparente das verbas federais na Educação de Caxambu e que as verbas sejam gastas com responsabilidade.
Reforma e pinturas nas escolas e creches municipais; manutenção constante do transporte escolar, com os gastos e a prestação de contas das peças substituídas de forma transparente.
Professores também focaram a busca pela autonomia no cotidiano das escolas: autonomia na gestão administrativa e pedagógica, buscando assim a inclusão de todos os alunos, respeitando a diversidade.
Para isso, chamou-se a atenção para a inclusão digital. Deixa-se claro que os computadores da sala de informática foram de responsabilidade do Projeto Pró Info, já estão nas escolas, mas o que é da responsabilidade da prefeitura a colocação da internet nessas salas de informática, esse não foi realizado e que, portanto, foi feito o pedido para que seja incluído na LDO Educação 2015.
Também se destacou a falta de alguns materiais básicos para as escolas, como lápis, borracha, cola, entre outros. Há professores comprando matérias com o dinheiro do seu bolso! Há materiais que chegam da SEMEC, que nem sempre são os das necessidades do cotidiano de professores e alunos. Outras vezes, os materiais que chegam às escolas, são em quantidade inferior, além da péssima qualidade destes! Como dizemos: “lápis que não escreve, apontador que não aponta, fita crepe que não cola...”
Foi entregue à secretária de educação e a cada vereador, os anseios do setor educação, de cada área, elaborados coletivamente. Agora, tornamos públicos nossos anseios, para que a comunidade caxambuense também fique esclarecida e consciente da real situação da educação em nosso município.
Fica marcada mais uma vez, a presença dos educadores municipais de Caxambu, com a preocupação real quanto à Educação em nosso município, em detrimento à ausência da representante da educação!

A comissão

sábado, 24 de maio de 2014

Trabalhadores em educação da rede municipal de Caxambu se reúnem para debater a campanha salarial 2014

Na última sexta-feira (23/05), professores e funcionários da rede municipal de educação de Caxambu se reuniram para debater os novos encaminhamentos da campanha salarial 2014. Após a heroica greve desse ano, os trabalhadores debateram e deliberaram algumas estratégias a fim de continuar a luta pelas demandas da categoria.

Em breve estaremos disponibilizando as estratégias decididas na reunião.


terça-feira, 20 de maio de 2014

Assembleia Estadual de Trabalhadores em Educação de Minas Gerais

Participe você também. Ainda há vagas na caravana de Caxambu e região para a assembleia estadual em Belo Horizonte, dia 28 de maio. Entre em contato pelo e-mail sindutecaxambu@hotmail.com, mandando nome completo, RG, cidade e telefone de contato.

ORIENTAÇÕES SOBRE A GREVE

Direito de Greve

Todos os servidores públicos têm direito ao exercício da greve. Este direito está expressamente contido na Constituição Federal, no artigo 37, inciso VII.
As faltas advindas da paralisação de greve não se confundem com faltas injustificadas. Em outras palavras, as faltas-greve não estão sujeitas a aplicação de sanções administrativas e não podem levar os servidores à demissão, suspensão, repreensão ou qualquer outra penalidade administrativa.
Deste modo, nenhum servidor – efetivo, efetivado ou designado - pode ser punido pela simples participação na greve, até porque o próprio Supremo Tribunal Federal (STF) entende que a simples adesão à greve não constitui falta grave, vejamos:

STF. SÚMULA 316 - "A simples adesão à greve não constitui falta grave."

O limite de faltas injustificadas não se aplica no caso de greve, uma vez que as faltas não são injustificadas.
servidor designado não poderá sofrer rescisão de contrato por motivo de greve, sob pena de violação ao direito constitucional à greve.
servidor que estiver em estágio probatório também poderá aderir à greve, uma vez que o STF possui entendimento uníssono de que não pode haver exoneração de servidor em estágio probatório que aderir ao movimento grevista. Greve é direito fundamental.
Qualquer conduta, ato ou ameaça de retaliação ou repreensão pelo fato do servidor aderir ao movimento grevista é inconstitucional, violando o Princípio da Liberdade Sindical, assegurado pelo artigo 8º da Constituição Federal e constitui crime contra liberdade de associação, nos termos do artigo 199 do Código Penal.

Caso o servidor se sinta pressionado, seja pela direção da escola, inspeção ou direção da SRE, deverá procurar a Subsede do Sind-UTE mais próxima da sua região para relatar o fato ocorrido, obter orientações e tomar as medidas necessárias.

Ressalte-se que o servidor que sofrer qualquer ato de discriminação, retaliação ou punição durante e após o movimento grevista, pode ser considerado vítima de assédio moral, conforme Lei Complementar 116/2011, além de outras medidas cabíveis.
Importante apontar que o servidor não precisa comunicar previamente à Escola, Superintendência ou qualquer outro órgão a sua participação na paralisação, uma vez que o Estado de Minas Gerais já foi previamente comunicado do início da greve a partir do dia 21 de maio. Recomenda-se ainda, que o servidor não formalize nenhum documento quanto à paralisação.
De acordo com a Resolução SEE 2.197 de 26 de outubro de 2012, "considera-se dia letivo aquele em que professores e alunos desenvolverem atividades de ensino-aprendizagem, de caráter obrigatório, independentemente do local onde sejam ministradas." Assim constitui prática ilegal que quaisquer outros cargos assumam as salas de aula para evitar dispensa de aluno durante a greve. Ainda é vedada a substituição do trabalhador em greve conforme previsto na Lei 7.883/89.

ASSÉDIO MORAL NA ADMINSTRAÇÃO PÚBLICA ESTADUAL (LEI COMPLEMENTAR 116/2011)
O Assédio Moral

O assédio moral é caracterizado por atos abusivos através de gestos, palavras, escritos, comportamentos e atitudes agressivas que têm como intenção desmoralizar a dignidade e a integridade física ou psíquica do assediado, tornando o ambiente de trabalho hostil e desagradável.
O Assédio Moral na Lei Complementar 116/2011
Considera-se assédio moral, para os efeitos desta Lei Complementar, a conduta de agente público que tenha por objetivo ou efeito degradar as condições de trabalho de outro agente público, atentar contra seus direitos ou sua dignidade, comprometer sua saúde física ou mental ou seu desenvolvimento profissional. (Artigo 3° Lei Complementar 116, de 11/01/2011).
Como ocorre
Na maioria dos casos, o agressor está em uma posição de liderança, enquanto o profissional assediado ocupa um cargo de subordinação, o que facilita a prática de manipulação e de humilhação. As agressões, caso sejam analisadas isoladamente, necessariamente não seriam muito graves, mas as suas incidências constantes acarretam danos gravíssimos à saúde física e psíquica do servidor.
Situações geradoras do Assédio Moral
A Lei Complementar 116/2011 estabeleceu um rol de modalidades (art. 3°, § 1°), citando algumas situações que podem caracterizar o assédio moral. Assim, por exemplo, situações em que o servidor sofrer isolamento de seus colegas de trabalho, de forma intencional ou tiver suas competências profissionais subestimadas em público são indicativos da ocorrência do assédio moral. A Lei Complementar estabeleceu também que preterir o agente público, em quaisquer escolhas, em função de raça, sexo, nacionalidade, cor, idade, religião, posição social, preferência ou orientação política, sexual ou filosófica também se caracteriza como assédio moral. Importante salientar que o efeito provocado ao assediado, como o baixo rendimento funcional, podem ensejar novas críticas por parte do autor do assédio, dando início, assim, a um comportamento cíclico.
Indicadores da agressão
Alguns atos e frases podem indicar o assédio moral. Como exemplos podem ser citados gestos faciais e manuais de caráter pejorativo, com o fim de diminuir e humilhar o servidor público. Frases como: "você não fez direito porque sabe que não pode ser demitido"; "com você é sempre um problema novo"; por que com você é tudo sempre difícil?"
O Agressor
Na maioria das situações o agressor é um chefe, supervisor ou diretor dentro da hierarquia do local de trabalho, porém, há casos em que o agressor e o agredido estão no mesmo nível hierárquico. Nestes casos, os motivos que geram o assédio moral são variados, mas geralmente versam sobre inveja e rivalidades profissionais.
As consequências para o agredido
O assédio moral ataca diretamente a dignidade da pessoa humana e os direitos da personalidade. As tensões geradas pelas atitudes violentas do agressor resultam em prejuízos emocionais e físicos de todas as espécies. Com isso, a baixa auto-estima, o baixo rendimento no trabalho, nervosismo, ansiedade, tristeza são algumas das consequências que podem ser geradas. Em situações mais graves podem ocorrer problemas de saúde, sejam eles físicos ou emocionais.
Como proceder - Dicas
É importante ressaltar que o assédio moral não se baseia em um fato isolado e sim numa sequência frequente de ataques ao servidor. Com isso, algumas medidas a serem tomados são úteis para o agredido:
- Anotar com detalhes todas as humilhações sofridas (dia, mês, ano, hora, local ou setor, nome do agressor, colegas que testemunharam, conteúdo da conversa e o que mais você achar necessário).
- Procurar a ajuda dos colegas, principalmente daqueles que testemunharam o fato ou que já sofreram humilhações do agressor.
- Evitar conversar com o agressor sem testemunhas. Ir sempre com um colega de trabalho ou representante sindical.
- Na hipótese de desconfiar de "ordens e tarefas" fazer requerimento e protocolar pedindo esclarecimentos sobre a tarefa determinada e a forma de sua execução.
- Caso o servidor tenha sua função e local de trabalho alterados, fazer requerimento e protocolar na Escola ou SER, solicitando justificativa das alterações ocorridas e os fundamentos para tal conduta.
- Procurar seu sindicato e relatar o acontecido e buscar mais orientações.
- Buscar apoio junto a familiares, amigos e colegas, pois o afeto e a solidariedade são fundamentais para a recuperação da auto-estima, dignidade, identidade e cidadania.
Medidas legais
No caso de uma demanda judicial é importante que sejam reunidas todas as provas obtidas e o caso seja debatido com o advogado.
Importante

Caso você testemunhe alguma situação que possa caracterizar o assédio moral no trabalho, supere seu medo, seja solidário com seu colega. Pode acontecer de você ser "a próxima vítima" e, nesta hora, o apoio dos seus colegas também será precioso. O medo sempre é uma arma poderosa para o agressor!

Trabalhadores em educação se reúnem em assembleia regional em Caxambu


Nessa terça-feira (20 de março), os professores e funcionários de escolas da rede estadual de Minas Gerais se reuniram em assembleia regional na cidade de Caxambu. Convocada pelo Sind-UTE/MG subsede Caxambu, o encontro debateu a situação no qual se encontra a categoria, os problemas e os desafios como a falta de diálogo do governo acerca de suas demandas, como também a greve que se inicia em todo estado a partir do dia 21.

Participaram professores e funcionários de escola de Caxambu, Baependi, Serranos e Seritinga, e os mesmos aprovaram a organização de uma caravana da região para participar da próxima assembleia estadual, no dia 28 de maio, e a realização de uma nova assembleia regional em Caxambu, em 29 de maio.



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