– Acaiaca
– Aimorés
– Araçuaí
– Baldim
– Bocaiúva
– Cantagalo
– Capitão Andrade
– Cataguases
– Central de Minas
– Coluna
– Conselheiro Lafaiete
– Coroaci
– Dona Euzébia
– Felício dos Santos
– Ibiracatu
– Itabirinha
– Itajubá
– Itamarandiba
– Itanhomi
– Itaobim
– Jequitibá
– Jenipapo de Minas
– Leopoldina
– Mamonas
– Nacip Raydan
– Paulistas
– Prudente de Morais
– Resplendor
– Salinas
– Santa Luzia
– Santa Rita Ituêto
– São Geraldo da Piedade
– São João da Ponte
– São João do Manteninha
– São João do Paraíso
– São José da Safira
– Sete Lagoas
– Sobrália
– Turmalina
– Virgolândia
– Visconde do Rio Branco
– Volta Grande
quarta-feira, 21 de outubro de 2020
Confira – Sind-UTE/MG informa municípios de Minas Gerais que publicaram decretos pela suspensão da retomada das aulas presenciais nas Redes Públicas Estadual e Municipal
terça-feira, 20 de outubro de 2020
Sind-UTE/MG reforça: as aulas presenciais na rede pública estadual de ensino estão suspensas em cumprimento a decisão judicial proferida no mandado de segurança nº 1.0000.20.545832-6/000
terça-feira, 6 de outubro de 2020
Comunicado – Decisão liminar do TJMG suspende o retorno presencial das aulas na rede estadual de ensino básico
O Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) informa sobre a decisão liminar concedida pelo Tribunal de Justiça que suspende o retorno presencial das aulas na rede estadual de ensino.
A decisão, proferida por meio do protocolo Nº 1.0000.20.545832-6/000, atende ao mandado de segurança impetrado pelo Sind-UTE/MG.
Vitória da luta da Educação em defesa da vida!
quarta-feira, 30 de setembro de 2020
30 de setembro - Ato unificado e carreata em defesa de servidoras, servidores e serviços públicos em Belo Horizonte
Estamos num momento crucial da nossa história. O governo de Jair Bolsonaro encontra-se mergulhado na mais profunda crise política e moral. No entanto, tenta mostrar força, agilizando o andamento da Reforma Administrativa e inúmeros projetos no Congresso que destroem os serviços públicos e direitos da população.
A proposta de Reforma Administrativa acaba com os serviços públicos e o estado de bem-estar estar social concebido na Constituição de 1988. Só temos um caminho para barrá-la: A LUTA CONJUNTA construída por meio de nossa unidade. O momento exige unidade e mobilização dos servidores federais, estaduais, municipais e toda a sociedade.
Por isso, a Central Única dos Trabalhadores de Minas Gerais (CUT/MG), toda a base CUTista, outras centrais, movimentos sociais, populares e lideranças políticas se uniram e convocam toda a população para ato simbólico, nesta quarta-feira, 30 de setembro, Dia Nacional de Luta em Defesa dos Serviços Públicos, contra as Privatizações e a Reforma Administrativa.
9 horas: Ato e carreata em Belo Horizonte
A manifestação começará às 9 horas, com concentração na Praça da Estação, onde haverá ato em memória das vítimas da pandemia de coronavírus, com soltura de balões e instalação de cruzes no local. Em seguida, vai acontecer carreata até a Assembleia Legislativa. No caminho, os participantes farão um momento de solidariedade a trabalhadoras e trabalhadores dos Correios, que tiveram vários direitos suprimidos com acordo coletivo descumprido, contra as privatizações e a retirada de direitos, além de realizar manifestações em outros locais da capital mineira.
Vem pra luta contra a Reforma Administrativa e as privatizações!
A proposta de reforma Administrativa (PEC 32/20) de Bolsonaro-Guedes prevê o fim dos serviços públicos gratuitos e de uma série de direitos que incluem acabar com a estabilidade dos servidores, fim da Paridade, fim do Regime Jurídico Único (RJU), fim dos concursos públicos, congelados de salários entre outros absurdos. Usando dados deturpados e mesmo mentiras, o governo adota uma narrativa que visa a entrega do patrimônio brasileiro para o lucro de poucos. Além da PEC 32/20 estão no Congresso Nacional outras propostas que têm efeito semelhante e podem representar o fim dos serviços públicos, o fim dos direitos previstos em nossa Constituição.
Imagine um Brasil onde os servidores passarão a ser indicados pelos políticos de plantão e estarão obrigados a obedecer a todas as suas ordens por medo de demissão. Isso certamente agrava e pode promover uma enorme onda de corrupção no serviço público brasileiro. Não é por acaso que a PEC da reforma Administrativa vem sendo chamada de PEC da Rachadinha, ou PEC dos Guardiões do Crivella. A proposta também autoriza o presidente a extinguir órgãos. Não se pode esquecer que estão de fora da reforma magistrados, parlamentares e militares.
A Reforma do governo prevê uma profunda mudança no papel do Estado no Brasil, com a precarização do Serviço Público, retirada de direitos dos Servidores e o início do modelo de Estado Mínimo. Entregando a responsabilidade pelos serviços de saúde, educação e outros direitos para a iniciativa privada, a medida apresenta ainda diversos pontos que afetam a qualidade e prestação do Serviço Público, retiram a autonomia dos estados e municípios, e iniciam uma verdadeira perseguição aos Servidores Públicos e seus direitos, tão duramente conquistados.
Conheça alguns dos principais direitos cortados pela proposta de Reforma Administrativa:
Fim do recesso forense (ou abate nas férias); fim da progressão/adicional por tempo de serviço (biênios e anuênios); fim do ATS (quinquênios); fim da licença prêmio (férias-prêmio); possibilidade de perda do cargo pela obsolescência das atribuições (atividades consideradas “obsoletas”, “ultrapassadas”); fim da aposentadoria compulsória; vedação de aumentos retroativos de salário e de férias superiores a 30 dias ao ano; proibição de incorporação ao salário de valores referentes ao exercício de cargos e funções; entre outros.
Para ampliar essa corrente criamos o aplicativo “Vem pra luta” que aproxima aqueles que defendem servidores valorizados e serviços públicos de qualidade para a população. Não fique de fora. Preencha o cadastro no link https://www.fonasefe.com.br/euvoupraluta/ e participe das atividades do dia 30/09/2020. Somente com nossa unidade e luta, vamos barrar o fim dos serviços públicos e as privatizações.
Fonte: CUT Minas
terça-feira, 29 de setembro de 2020
Nota Pública do FEPEMG - Não ao retorno presencial antes que todas as condições sanitárias e de segurança estejam garantidas pelo Poder Público
quarta-feira, 23 de setembro de 2020
Sind-UTE/MG Informa - Retorno das aulas presenciais nesse momento da pandemia não é seguro
quarta-feira, 16 de setembro de 2020
Sindicato repudia modelo charter em Minas: ‘Escola não é empresa’
sexta-feira, 11 de setembro de 2020
Veja no Programa Outras Palavras, que será veiculado no dia 12 de setembro de 2020
Veja no Programa Outras Palavras de 12 de setembro de 2020
A resistência da Educação e do funcionalismo público contra a Reforma da Previdência do governador
Ensino remoto e a realidade social das comunidades escolares mineiras
4/9 – Sind-UTE/MG realiza ato na porta da ALMG contra aprovação da Reforma da Previdência
No último dia 4/9/2020, o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) realizou mais um ato a porta da Assembleia Legislativa contra a aprovação da Reforma da Previdência do governo do Estado. A manifestação foi unificada com várias entidades do funcionalismo.
O Projeto de Lei Complementar (PLC) 46/2020 e a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55/2020 compõem a Reforma e foram encaminhadas pelo governador à Casa em plena pandemia de Covid-19, quando a participação popular é inviável.
Nessa data, a PEC 55 e o PLC 46 foram aprovados em 2º turno de votação no Plenário da Casa. Mas, o texto sofreu importantes modificações, como a retirada das contribuições extraordinárias, a permanência da gestão previdenciária no Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (IPSEMG), e a manutenção da regra de média de 80% das maiores remunerações para todos os servidores, como é atualmente, e no caso dos profissionais do magistério que já são da rede estadual, manter esta forma, sem a exigência de 40 anos de trabalho.
Para a coordenadora-geral do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG), professora Denise Romano, o governador utilizou do momento de isolamento social para retirar direitos. “O governo do Estado aproveitou a pandemia para aprovar a Reforma que retira direitos e elegeu a Educação como inimiga.”
A deputada estadual e presidenta da Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa, Beatriz Cerqueira, fez uma árdua luta durante toda a tramitação na Assembleia Legislativa para que a Reforma da Previdência não fosse aprovada.
Ela esteve presente no ato e repudiou a medida do governador ao encaminhar a proposta sem diálogo com as entidades sindicais. “Quem defende a democracia precisa conversar com quem pensa diferente. E esse governo não faz isso. Nossa luta contra a retirada de direitos precisa ser permanente.”
“Essa Reforma do Zema atinge diretamente os servidores públicos que recebem os menores salários, inclusive aqueles já aposentados. Isso se chama confisco de salários”, disse o deputado federal Rogério Correia.
O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT Minas), Jairo Nogueira Filho, disse que “a Reforma do governador é uma covardia com o funcionalismo, porque não houve diálogo com as entidades sindicais. Trabalhadores que exercem funções essenciais no serviço público durante a pandemia estão sendo atacados.”
“Vivemos um momento em que o governador e o governo Bolsonaro entregam a riqueza e os direitos conquistados historicamente pela classe trabalhadora. O MAB é solidário a essa luta do funcionalismo contra a Reforma da Previdência”, afirmou a representante do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Soniamara Maranho.
O auditor Fiscal e ex-presidente do Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Estadual de Minas Gerais (Sindifisco/MG), Lindolfo Fernandes, também esteve presente no ato do dia 4 de setembro. “A motivação dessa Reforma não é técnica e nem para resolver a questão financeira do Estado. É uma decisão política. Não existe deficit previdenciário!”
Os trabalhadores dos Correios estão em greve e na luta contra a política de retirada de direitos e de privatizações do governo federal. O presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Correios de Minas Gerais (Sintect/MG), Robson Silva, disse que “a classe trabalhadora de todo o país enfrenta uma política genocida implementada num momento de pandemia, com o objetivo de precarizar os direitos dos trabalhadores.”
“O governo se instalou na presidência por meio de um golpe e só com a unidade trabalhista é que conseguiremos superá-lo. Estamos juntos”, disse o diretor do Sindicato dos Trabalhadores nas Industrias de Purificação e Distribuição de Água e em Serviços de Esgotos do Estado de Minas Gerais (Sindágua-MG), Emilson Dias do Carmo.
“Prestamos nossa solidariedade a todos os servidores públicos, aos professores e professoras que estão na luta em defesa da educação pública e contra a Reforma da Previdência do Governo do Estado”, disse o presidente da União Colegial de Minas Gerais (UCMG), Deusdete Silva.
“Temos vários trabalhadores da Saúde adoecidos, contaminados. Estamos com uma grande responsabilidade de manter o trabalho contra a Covid-19 num momento de retirada de direitos. Por isso, agradecemos a atuação parlamentar do Bloco Democracia e Luta ao conseguirem a redução dos ataques na Reforma aprovada”, destaca o coordenador da Secretaria de Finanças do Sindicato Único dos Trabalhadores da Saúde de Minas Gerais (Sind-Saúde/MG), Renato Barros.
CUT Minas na luta durante o ato do dia 4/9 contra a Reforma da Previdência do governador
O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT Minas), Jairo Nogueira Filho, esteve presente no ato junto com as entidades sindicais na luta contra a Reforma da Previdência o governo do Estado, em 4/9/2020.
Ele destacou o alinhamento político do governador com Bolsonaro. “A Reforma da Previdência e a política do governador em Minas se alinham ao governo Bolsonaro. Isso desde 2018 nas eleições”, disse o presidente da Central.
Jairo ainda frisou a importância do funcionalismo se manter em unidade para enfrentar a Reforma Administrativa que já está na Câmara Federal.
Confira a fala completa no vídeo.
Live da deputada Beatriz Cerqueira debate a crise atual da educação pública
A atual crise da educação pública. Esse foi o tema que pautou a live realizada pela deputada estadual e presidenta da Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa Beatriz Cerqueira (PT/MG), no último dia 20/5/2020.
O debate aconteceu com o sociólogo e cientista político, Rudá Ricci, e com a assistente social e ex-vereadora de Belo Horizonte, Neila Batista.
Ao ser questionado pela deputada a respeito da atual situação da educação pública, Rudá disse que “falta coordenação de políticas educacionais. O Ministério responsável deseja empresariar a educação com o Ensino a Distância.”
Segundo ele, metade dos jovens em idade escolar não possuem acesso ao sinal de internet nas zonas rurais do país. “A função da escola é socializar e desenvolver as pessoas com o diferente. Isso não é possível dentro de casa”, disse Rudá.
Neila chamou a atenção para a dinâmica do programa de EaD, que não dialoga com a realidade das famílias. “Sinto que as famílias estão muito angustiadas com todo esse processo excludente. Acesso à tecnologia não é só ter o telefone ou o computador. É ter instrução para saber usá-la. O governador não levou em conta as famílias, os estudantes e os trabalhadores em educação ao implementar a EaD.”
Tire suas dúvidas com o Jurídico do Sind-UTE/MG – Direito ao FGTS e publicação da aposentadoria
Tire suas dúvidas com o departamento jurídico do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG).
Porque o servidor designado não possui direito ao FGTS?
“A lei estadual nº 10.254 que autoriza a designação de pessoal pela Secretaria de Estado de Educação não prevê o depósito de FGTS”, disse a advogada Suzanne Maiotini.
Tive meu afastamento à aposentadoria publicado, mas ainda não houve publicação da minha aposentadoria. O que fazer?
“A partir do momento em que o Estado publica o afastamento preliminar à aposentadoria, o prazo para publicação da aposentadoria é de 12 meses. Minas Gerais, razão pela qual não podemos ajuizar ação”, disse o advogado Éric Teixeira Salgado.
Confira as respostas completas no vídeo.
O programa “Outras Palavras” é uma produção do Sind-UTE/MG e é veiculado aos sábados, das 10h às 10h:30, nas TV’s: Band Minas (em todo o Estado), Candidés (Divinópolis e Região) e na Band Triângulo. Você pode acompanhar também essa produção pelo Canal do Sind-UTE/MG no Youtube.
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sexta-feira, 4 de setembro de 2020
DerrubeReformaALMG : Sind-UTE/MG se mobiliza hoje (04/09), mais uma vez, na entrada da ALMG, para continuar a pressão contra a aprovação da Reforma da Previdência
Repercussão na Mídia da luta dos educadores e educadoras contra Reforma da Previdência
03/09/2020 – O Tempo – Oposição a Zema derruba criação da MGPrev e mantém atuação do Ipsemg



